João Sousa 1 - Em relação a publicação do texto sobre a Junta de Freguesia de Câmara de Lobos despesista e arrogante, a liberdade de expressão da Constituição Portuguesa favorece-me esse arroto crítico a essa gentinha que pensa e trata todos com intuito arrogante. Isto não é novidade, nós, ilhéus madeirenses, sempre tivemos o hábito de ser contra aquilo que é nosso e só dar valor e elogiar aquilo que vem de fora. E cantar em Inglês para esta grande noia é que é bom. Com este espírito estamos a nos desclassificar a nós próprios. Alguém já ouviu falar que na Inglaterra os ingleses cantam em Português? Nunca. Mas aqui realizam concursos que descriminam as canções cantadas em Português com júris da treta para classificar bem as canções em Inglês e rebaixar o que é cantado em Português. É como fizeram neste Verão nas festas de São Pedro e do peixe-espada preto, gastando balúrdios com os ABBA e Queen, e não apostar na prata da casa? Isto é que é desperdícios de dinheiros públicos como sempre fazem tesos com manias de ricos. 2 - Que fique bem claro aos senhores das gargalhadas de desprezo, assim estão a dar-me razão que são despesistas, ignorantes e odiosos por natureza. Mas o sábio compreender-me-á. Para aqueles que nunca fizeram nada em prol deste concelho: podem ter certeza que o hino “Canção. Câmara de Lobos de Coração” irá tocar imensas vezes nas rádios para vos ensinar a serem criativos. Com ajuda ou sem ajuda o trabalho vai ser lançado e concluído e vai ter sucesso. É preciso fazer limpezas nos ouvidos para ouvirem bem, para depois então comentar. É muito feio dizer mal sem saber, nem ouvir. Mas isso é um vírus dos ignorantes despesistas que a mim não me afecta nada nem cola. 3 - O comentário do Luís deve ser mais uma barriga de aluguer, que nem sabe o que diz, nem diz o que sabe. Para a senhora Ana Figueira, se está invejosa faça como eu, trabalhe e deixe de criticar sobre aquilo que não percebe nada. Inútil à sociedade é o invejoso que nunca foi criativo e só sabe criticar de tudo, e tudo o que eu falei não foi nem mais nem menos. Nada mais que a verdade. Posso ser desconhecido, mas em tão pouco tempo gravei um álbum de covers e agora um álbum de originais e mesmo com os invejosos a apontar baterias contra mim, não me vão parar.