Élio Pereira 2015. Ano em que, ao som da Marselhesa, o vermelhado derramado aliou-se ao branco e ao azul da França na repugna universal contra o extremismo psicopata das decapitações, dos disparos, das bombas, das mortes e mais mortes, em desertos, jornais, museus, praias, universidades, hotéis, auditórios, restaurantes… Síria, Egito, Dinamarca, Tunísia, Quénia, Mali, França e outra vez França. Em Portugal, o terrorismo faz-se na democracia estranha, onde o povo elege uns e a Esquerda a eles próprios(!). Tal como a Miss Universo, a coroa do poder é entregue a uma criatura e a outra é que leva para casa. A TAP é vendida. Alberto João voa para a reforma e Albuquerque faz-se à pista. 1 avião cai com avarias no equipamento em Taiwan, outro cai nos Alpes com problemas nos fusíveis do copiloto e o outro abatido na Turquia. Milhares os migrantes vindos do norte da África e os emigrantes tremem aos milhares junto o Novo Banco e BANIF. Na Grécia ganha a extrema-esquerda e tenta endireitar. A NASA encontra água em Marte e Plutão e o Maduro mete água que se farta na Venezuela. Enquanto Obama e Castro trocam carinhos, a adoção de homossexuais em Portugal é aprovada e o Sócrates volta a comer pizza em casa. Morre Manoel de Oliveira e Jesus muda para o Sporting. Os espanhóis papam troféus europeus e Benfica alguns por cá. Ronaldo passa de duas para três bolas (salvo seja) e o Platini e o Blatter ficam sem bola… Bom ano… e que as prendas continuem bem melhores que dos árbitros.