José Fagundes A J.O.C. - Juventude Operária Católica era constituída por jovens dos 14 aos 25 anos, enquanto solteiros, quando casavam passavam para a L. O. C. - Liga Operária Católica. Não havia discriminação profissional, nem social. Os elementos aderentes, voluntáriamente, eram classificados de simpatizantes, militantes e dirigentes; que constituíam uma panóplia de conhecimento das artes profissionais: marceneiros, carpinteiros, pedreiros, pintores alfaiates, metalúrgicos, electricistas, encadernadores, fotógrafos, tipógrafos, mecânicos de automóveis e caixeiros de balcão nas lojas comerciais. Tinha como princípio: “Uma alma sa num corpo são”. O seu lema: “ Uma só alma, um só coração”. O método de ação: “ Ver, julgar e agir”. Os responsáveis: “Os jovens, com os jovens e para os jovens”, sendo acompanhados com o assistente eclesiástico, nomeado pelo Bispo da Diocese, para formação moral, religiosa e espiritual. Nos primeiros anos de 1950, houve dois grandes e bons padres, assistentes eclesiásticos, nos movimentos da JOC e da JOCF (para rapazes e para raparigas). O Padre João Pedro da Mata com a juventude masculina e o Padre Manuel Ferreira Cabral com a juventude feminina.