José Fagundes A J. O. C. realizou o 1.º presépio monumental em dezembro de 1954 na sua sede, Rua do Bispo n.o 27 - Funchal, sendo a entrada pela porta n.o 29 e saída pela porta n.o 25, atravessando as três salas de jogos do rés do chão, ficando desde a entrada até a saída em configuração de gruta. Todas as paredes forradas a papel pardo, pintado com pó castanho escuro dissolvido em água potável e dextrina para melhor fixação das purpurinas e outros... A entrada era livre e, na saída, estava uma pequena mesa com a estatueta, de uma figura preta, de peditório para as missões que agradecia quando lhe introduziam uma moeda, estando ao lado uma pequena bandeja para dinheiro em papel. O assistente eclesiástico, P.e João Pedro Batista da Mata, ficou estupefacto pela grandiosidade e o espectacular, quando foi inaugurar o presépio. No tecto com estrelas e a lua com luz eléctrica, ribeiras e quedas de água corrente, casas e igrejas com luz eléctrica, montes e montanhas com plantas e com musgos, etc. . Isto só foi possível em trabalho de equipa; pois os jovens operários católicos exerciam as várias profissões. Em 1955 foram 18 rapazes e 21 raparigas da JOC/JOCF ao 1.o Congresso Nacional, que se realizou em Lisboa, no Instituto Superior Técnico, ficando os jovens da Madeira com a Equipa Nacional; Direção Geral, encarregados de prepararem o grande salão com, aproximadamente, 3.000 cadeiras. O fundador da J.O.C. , de origem Belga, esteve presente no Congresso, o P.e Joseph Cardyn.