John da Silva No dia 18 de Novembro, no programa “Interesse Público”, foi falado a volta do gado as serras da Madeira. Vou dar a minha opinião em relação as duas partes, tentando ser breve.

Aos senhores de gravata, que nem saem do banco da secretaria.

Sabem que a Madeira é conhecida pelo seu verde, mas será que esse verde é todo vegetação “boa”, as veredas que são vendidas internacionalmente estão que é um brilho, mas atualmente existe um outro tipo de turismo de trilhos.

Esse turismo que trilhos, passam por caminhos e veredas que estão catalogadas, que SUPOSTAMENTE estão bem apresentáveis, o problema está ai, são caminhos e veredas cheias de silvados e carqueja, que eram limpas pelo gado da serra.

Em relação a vegetação, a maioria continua igual ou pior do que quando tinha gado, muitos lugares estão secos, um barril de pólvora para os incêndios. Senhores do gado, os senhores que querem o seu gado a força nas serras da Madeira.

O gado faz limpeza a serra, mas também come vegetação endémica.

O gado que querem colocar nas serras é cabras e ovelhas, uma vez que vacas já existem, mas ovelhas só irão limpar o mesmo que as vacas, já as cabras limpas o que os outros não comem, e irão limpar o que estão a sujo nas nossas serras.

Como resolver este problema: - haver um limite de cotas de gados por hectare, como também por pastor, para não haver zonas só com gado de um só pastor. - limite para o pastoreio, colocando o gado entre os 500 até 1000, para haver zonas de urbanas, de gado e florestal. - Zonas de vegetação endémica, impedir pastoreio. - Zonas de massas de turismo, limitar o numero de gado, uma vez que o gado fica stressado com a presença de pessoas - terrenos abandonados, serem expropriados, sim há terrenos que estão abandonados a mais de 20 anos e os seus bem-ditos donos nem vendem, nem trabalham, e impedem quem quer cultivar ou colocar gado no seu terreno, muitas pessoas já dizem que devia haver uma lei para esses casos, ou trabalham os terrenos ou os terrenos passam para mão do governo, iríamos ver muitas mais terrenos trabalhados. - Haver zonas só para um tipo de gado, para não haver saturação no pastoreio. - rotação do gado, o gado não ficar sempre no mesmo lugar, para haver crescimento de vegetação. Pode haver muitas mais opiniões sobre este assunto, mas esta é a minha opinião.