Luís Ribeiro Venho por este meio descrever várias situações que para mim foram indignas e ao qual não posso deixar de partilhar convosco esta denúncia. Acontece que no passado dia 07 de Outubro de 2015 tive uma avaria na minha viatura, após o sucedido enviei a viatura para a oficina Auto Pinheiro em Campanário (Ilha da Madeira), fazendo me acompanhar da mesma. Posteriormente, negociei o tempo e preço final da reparação após ter sido diagnosticado o problema com o proprietário da dita oficina. Acontece que o proprietário da oficina, terá falhado em vários parâmetros ao longo durante a reparação, nomeadamente o tempo que supostamente seriam entre 3 a 5 dias no máximo e levou 14 dias, ficando assim concluídos os trabalhos em 21 de Outubro de 2015, em relação ao preço da reparação que supostamente iria custar 950 euros e custou 1075,20 euros, ou seja, acrescentaram valores à reparação sem os mesmos me serem comunicados. Porém estes factos para mim não terão sido os mais graves, mais graves para mim, foi quando das três vezes que me desloquei à oficina juntamente com uns amigos, verificamos cenas de violência, agressão verbal e física por parte do proprietário daquele estabelecimento público para com os seus funcionários, para além disso o mesmo senhor, foi várias vezes arrogantemente e violento para comigo, violando assim as boas normas de conduta, princípios éticos e morais, bem como dos direitos humanos dos trabalhadores e demais clientes. Por outro lado e para além destes factos gravíssimos ao qual não posso cruzar os braços, o mais grave ainda foi no acto de pagamento, o que levou cerca de duas horas e meia, para o mesmo porque este dito senhor não quis aceitar as três hipóteses de pagamento que lhe propus, nomeadamente, pagamento com o cartão de crédito American Express, Transferência Bancária online ou por ATM, ou que o mesmo me acompanhasse até ao banco, ja na posse da minha viatura, assim depois do pagamento ele ia à sua vida e eu à minha, este, bloqueou me o acesso à minha viatura e a chave da mesma e obrigou me a levantar em dinheiro para lhe pagar, indo numa viatura de serviço da oficina com ele, só faltou me apontar uma arma à cabeça. Em consequência disto cheguei a um julgamento Judicial no Tribunal do Funchal com duas horas de atraso, e prejudicou a minha vida pessoal e profissional. Por fim, a viatura não terá sido bem reparada, e por vingança e já por análise de outra oficina, o mesmo senhor queimou me a embraiagem propositadamente, agiu de má fé e com más intenções. No entanto, ao longo da minha vida e com muitas experiências em oficinas, nunca passei por algo semelhante ao qual tivesse que recorrer a vós ou às entidades competentes para me expressar em relação ao meu descontentamento com cliente e como cidadão, e ao qual quero que seja feita justiça, para que o mesmo não se suceda novamente com outros futuros clientes, porque parece que já aconteceu imensas vezes e tenho testemunhos de pessoas que passaram pelo mesmo com a dita oficina e nomeadamente com aquele proprietário desumano. Sem outro assunto de momento, agradeço a vossa atenção, pedindo vos justiça para que no futuro o mesmo não volte a acontecer com mais ninguém. (Esta Carta foi também remetida para a ASAE e DECO)