Após 70 minutos de sofrimento, onde já pairava a assombração do último jogo no Dragão com o Braga, eis que surge mais uma vez Layún. Um tal mexicano que viria de um clube modesto, emprestado, para tapar uns ‘buracos’, tanto à direita como à esquerda, mas na verdade, este destro, tem-se destacado não só como um dos melhores defesas esquerdos do campeonato, como também um goleador.

Veremos se a tão famosa rotatividade de Lopetegui não faz esmorecer o grande momento de forma que este atravessa ou desapontá-lo com atitudes que, por muita justificação que tenha, não têm qualquer razão de ser. Tal como colocar a um minuto do fim, num jogo já ganho por 3-1, um Imbula já com currículo, em vez de um André Silva com 19 anos e que com esse minuto faria história na Champions League.

Duarte Vieira, Delegação do FC Porto