B. N. Assisti às várias reportagens sobre a “falha técnica” que atrapalhou as mesas de voto no Caniço. À conta disso, houve alguns jovens que não terão votado, por terem recusado voltar à mesa de voto uma segunda vez. O presidente da Câmara justificou com uma “falha técnica” aquilo que qualquer mortal consegue perceber que foi uma tremenda incompetência de um funcionário qualquer. Imprimir cadernos eleitorais de actos anteriores em vez dos actuais não tem nada de “falha técnica”. Amanhã, segunda-feira, é chamar o(a) incompetente e tratar-lhe do correspondente procedimento, porque esse(a) funcionário(o) recebe um salário para trabalhar sem falhas. Também o(s) responsável(eis) devem ser chamados à pedra: se deixaram a “água passar”, é demissão e mais nada. Há mais gente à espera de oportunidade para mostrar serviço. “Falha técnica”, essa é para rir.