Jorge Manuel Pereira de Macedo O desperdício constitui um dos problemas mais sérios, que o nosso planeta enfrenta.

Quanta energia - por exemplo – gasta-se a mais sem necessidade? Que contribui apenas para o aumento do dióxido de carbono e de outros gases nocivos à vida terrestre?

Quanta comida vai bater ao lixo e que podia matar a fome a famintos esquecidos e abandonados, que morrem na seca extrema dos solos ou arrastados pela lama do chão?

Quantas obras se fazem sem necessidade e utilidade públicas, apenas para satisfazer a sofreguidão humana pelo dinheiro?

Isto, vem a propósito do novo cais norte, que por prepotência, teimosia e apetências financeiras desmedidas, foi construído, mas que apresenta diversas limitações quanto à sua utilização: ventos, ondulações, marés – já afastaram alguns navios de cruzeiro, que simplesmente se recusam a atracar nesta “nova obra de arte?...”

Temos, para já, o caso da Companhia “Aida” que rejeita fazê-lo!

Para que me serve ter uma lanterna, que nada ilumina, que me coloca sempre na escuridão, no incerto e no vazio?

Só para dizer que tenho uma lanterna?

A estupidez e o despropósito devem ter limites!