SJ Venho denunciar uma situação que ocorre no prédio de apartamentos do Lido Sol, à Estrada Monumental, nº 318 (bloco de apartamentos que, no r/c, tem o supermercado Pingo Doce), designadamente, no apartamento 306. O morador do referido apartamento não tem (não pode ter!) qualquer respeito pelas mais elementares regras de vizinhança e pela preservação da saúde pública e até pelos bons tratos que são devidos aos animais. Não sei, ao certo, quantos animais vivem, ou melhor, sobrevivem ou vegetam, no apartamento 306, mas são seguramente muitos (muitos mesmo!), entre cães e gatos, pelo menos. O facto é que não têm, estou convicto, as mínimas condições, pois, trata-se de um apartamento T1, que não tem sequer 50m2 e uma pequena varanda. O que atesta o horrendo barulho - dilacerantes latidos, mais parecendo pungentes gemidos - que toda a noite fazem. O que prova o cheiro nojento, repugnante, pestífero e fétido que empesta todo o prédio e chega à Estrada Monumental. Que só pode resultar da urina e fezes que abundam no apartamento, sem qualquer limpeza, presumo, por parte do humano que lá vive. Ou, pior ainda, do grave estado de saúde em que poderão estar os animais. O que comprova quem consegue, de alguma forma, ver o que se passa de inenarrável na varanda do apartamento 306. O administrador do condomínio já apresentou queixa às autoridades. Mas, até hoje, nada se passou. Tudo continua na mesma! Aliás, cada dia que passa é pior. Mais barulho dos cães a ladrar e pior cheiro. Uso esta forma que o Diário de Notícias me concede para tornar pública esta situação, já que estou desesperado. Não se consegue dormir à noite, pois o barulho de cães a ladrar é imenso. Não se consegue ir à varanda do apartamento, já que o cheiro que provém do apartamento 306 é nauseabundo e pestilento. É de estar preocupado com a saúde dos moradores no prédio. E, também, com o bem estar dos coitados dos animais. Não tendo, aparentemente, as entidades públicas, que conhecem esta situação há muito tempo, tomado as ações que se impõem, no sentido de, pelo menos, remover os animais e entregá-los a quem de direito, para serem condignamente tratados e permitir aos moradores viver normalmente – não peço mais!, resta-me, por esta via – talvez assim seja ouvido - apelar à polícia, aos responsáveis pela saúde pública, à Câmara Municipal do Funchal, à Sociedade Protetora dos Animais (ou até ao PAN!) para por cobro a esta insuportável situação.