Felicidade, excelência, exigência, rigor, são vocábulos constantes no dicionário de um líder. É a adrenalina intelectual que nos motiva e nos faz correr com todas as “ganas” na conquista da vitória. Claro que será difícil sozinho. Sozinhos chegam mais depressa, em equipa chegaremos mais longe. O percurso, a estratégia, a táctica, o ritmo será escolha nossa. Não será fácil. Fá-lo-emos em equipa e com pessoas que constituem os sectores da sociedade sejam eles, jovens, adultos, jogadores, dirigentes ou árbitros.
Estamos fartos e não queremos seguir o caminho dos políticos que apenas se preocupam com o deficit, a dívida, pagamento a bancos. E a vida dos portugueses? Das pessoas?
Muitas vezes julgamos habitar castelos inexpugnáveis que construímos, mas a cegueira arrasta-nos para um irrealismo sem sustentabilidade. Daí a definição de princípios elencados na nossa mesa-de-cabeceira e sinal de humildade: Nunca deixes ninguém te dizer que não consegues fazer nada.
Luta pelos teus sonhos, mas sem passar por cima de ninguém.
Não culpes os outros pelos teus fracassos.
Acredita em ti mesmo.
O meu amigo professor José Neto, que em breve, espero, estará connosco, disse: “As equipas felizes ganham mais vezes”. Tomemos, este “doping” do prof. Neto, sem medo, e seremos uma equipa mais vitoriosa.
Apesar de muitas convicções estarem a morrer dentro da nossa alma, eu acredito na sinceridade das intenções humanas. Assumo ver novelas, mas concordar com o desfecho das mesmas, vai uma grande diferença.
Os calos ganhos pela vetusta idade, permite-me caminhar descalço por caminhos sinuosos cobertos de pedregulhos pontiagudos, sem incómodo ou dor. Mesmo alfinetes estrategicamente colocados, previamente, à minha passagem, enterrar-se-ão sem deixar qualquer rasto. Quando alguém nos decepciona, por mais sincero que seja o perdão, a relação nunca será igual. É como um pote, de louça valiosa, que se parte. Por mais perfeita que fique a reconstrução dos cacos, perdeu-se o valor original. E, claro, eu sou Francisco mas não sou argentino… Esse está no Vaticano e é Santo ou pelo menos ganhou essa fama. Que me perdoe, o Francisco argentino, mas terei de afirmar: Se, porventura, me sentir aborrecido e com azia, há sempre o recurso aquela mezinha milagrosa, curadora de todos os males, inventada pelo Cristianinho quando seu pai recebia a 4ª Bota de Ouro na passada terça-feira em Madrid. Sim, porque “isso é tudo muito bonito mas…”
Francisco Costa