Chegou ao fim no passado dia 12 do corrente mês um ciclo político na região com cerca de 38 anos de poder absoluto ao nível do governo regional do PSD, liderado por Alberto João Jardim. A partir de Maio iniciar-se-á um novo ciclo de governação saído das eleições antecipadas previstas para o final de Março, princípio de Abril. Como resultado destas eleições haverá com certeza novos protagonistas e um novo estilo de relacionamento com a sociedade e com as diversas instituições. A propósito, seria bom que todos os partidos envolvidos na próxima campanha eleitoral não prometessem aquilo que sabem ou têm dúvidas relativamente ao seu cumprimento. Seria bom para a democracia e para o exercício da acção política e governativa que se evitassem as promessas demagógicas e populistas. Os eleitores estão cansados de falsas promessas, razão pela qual a abstenção tem vindo a aumentar assustadoramente. Os eleitores precisam saber através de propostas concretas e realistas como vão ser resolvidos os graves problemas que afetam o seu dia a dia, nomeadamente o desemprego, impostos e custo de vida altos, baixos salários, falta de meios no serviço regional de saúde, educação e apoios sociais, entre outros. O PDR – Partido Democrático Republicano, novo partido político, poderá desempenhar um papel importante neste novo ciclo com a eleição de representantes para o Parlamento Regional, considerando a influência eleitoral dos seus principais representantes na Madeira e com a mais valia do seu líder nacional Marinho Pinto. O PDR vai dar nestas eleições a palavra à cidadania. Estou certo que Marinho Pinto fundador do PDR e principal rosto nacional na luta contra a corrupção e por uma justiça ao serviço de todos os cidadãos envolver-se-á de forma ativa na próxima campanha eleitoral para a Assembleia Regional e que o PDR passará a ser uma força política de equilíbrio e influência na resolução dos vários problemas que afectam as famílias madeirenses.

João Isidoro Gonçalves