N. A. Porto santo continua a ser o meu destino de eleição para uns dias de descanso, e conforme é meu apanágio, costumo lá passar meu aniversário. No dia 9 de Agosto, dirigi-me ao bar “Só de Verão” e fiz uma reserva (deixando meus contactos) para cerca de 30 pessoas de forma a festejar meu aniversário na terça-feira, dia 12, entre as 22:30 e as 00:00, junto de uma das sócias gerentes do referido espaço. Ficou assim agendada a celebração de meu aniversário, para dia 12, Terça-feira, (coincidentemente também dia de aniversário da sócia gerente do espaço), uma vez que a partir da meia noite se realizaria uma festa patrocinada pela Coral, e assim aliava o meu convívio à referida festa, continuando num local que é um dos melhores locais e mais bem posicionados na praia de Porto Santo. Na tarde do dia 12, foi reconfirmada a reserva junto da sócia gerente do espaço. Pelas 22:30, ao chegar ao local deparei-me com um espaço completamente vazio, sem qualquer cadeira ou mesa, quer no interior ou exterior. (...) Repentinamente, e no meio da azáfama natural numa ocasião destas, pois continuavam a chegar meus convidados, fui abordada pela filha de uma outra sócia do espaço, que limitou-se a dizer que tinham uma festa da Coral após a meia-noite e que a “Coral” os tinha obrigado a libertar todo o espaço. Então e a minha reserva? (...) E finalmente pelas 22:45 fomos “desviados” e colocados no patamar imediatamente em frente aos WC, com cheiro nauseabundo. Permanecemos no referido patamar até as 23:45, tendo inclusive alguns dos meus convidados abandonado o espaço por ser impossível lá permanecer com o cheiro incomodativo. Soprei a minha vela, parti o bolo e libertei o espaço, devo referir que durante este tempo o espaço esteve sempre vazio e só após a meia noite chegaram os primeiros clientes e participantes da referida festa da Coral. Pelas 00:25 fui pagar as bebidas consumidas, pedi a conta e paguei com 60€, aguardei pelo troco mas não me foi entregue qualquer recibo e ao pedir a factura, o mesmo funcionário limitou-se a virar me as costas. No dia seguinte, 13 de Agosto, já mais calma pela situação criada, dirigi-me de novo ao espaço com o intuito de escrever no livro de reclamações. Pedi, por 4 vezes o livro e a funcionária que me atendeu, apenas me perguntava que se passava e se poderia resolver a situação. Insisti no meu pedido, ameaçando chamar a polícia, caso não me entregassem o livrio de reclamações, e apenas assim este me foi entregue. Enquanto procedia a elaboração e escrevia a minha reclamação, a dona do estabelecimento chega e com ar arrogante e em tom irónico diz em alto e bom som: “que se passa com a reclamante da festa.” Permaneci calada a assim que finalizei a minha reclamação por escrito dirigi-me a referida senhora e questionei a sua atitude e o porquê de não ter recebido qualquer contacto a fim de alterar o agendamento, ao que esta prontamente respondeu “Tenho coisas bem mais importantes a tratar que a sua festinha”. Fiquei sem reacção e estupefacta e limitei me a exigir a factura das bebidas consumidas na noite anterior. (...) Ao me ser entregue uma factura simplificada, com data de 13/8/2014 pelas 17:30, justamente com data e hora em que preenchi a reclamação (...) E isto apenas sucede SÓ NO VERÃO…