J. Rodrigues Há um pequeno café em Santa Cruz, no antigo centro comercial, onde também tem um cabeleireiro e um mini-mercado, onde trabalha uma “senhora”, de estatura baixa e forte, que a única coisa que faz é “espantar” os clientes, pois ninguém quer ser atendido por ela, e basta ver que nos últimos tempos a casa tem estado mais fraca quando a “senhora” está presente. Senão vejamos, na passada semana estive perto de 45 minutos a espera que a dita se dignasse vir a minha mesa para me atender, depois falou-me com uma falta de educação que só visto, como se ainda me estivesse a fazer um favor. Querem saber porque é que a “senhora” demorou tanto tempo para me atender? A “senhora” estava sentada na esplanada, no seu horário de trabalho ao invés de servir os clientes que por lá estavam, alguns desistiram e acabaram por ir embora, pior ainda é que tresandava a álcool, não sendo de admirar pois se estava sentada na esplanada há algum tempo. Gosto muito deste café, onde sou bem recebido e atendido, mas é só quando esta “senhora” não está, caso contrário o ideal é ir para outras paragens. Pelo que tenho conversado com algumas pessoas conhecidas esta “senhora” é assim, achasse a última bolacha do pacote e só cria conflitos nos diversos locais por onde passa. Quanto a mim vou fazer como alguns amigos meus, só vou quando ela não estiver, o que não é fácil de saber, pois pelo menos na segunda-feira está de manhã e nos outros dias costuma alternar entre a manhã e a tarde, ou então vou deixar de frequentar esse café. Só quero deixar uma pergunta e uma sugestão aos responsáveis por esse espaço: Como é possível nos tempos que correm uma pessoa destas trabalhar no atendimento ao público? Onde se pretende simpatia e bom atendimento! Façam o favor e corram com essa “senhora” daí antes que ela vós leve a falência.