Jaime Alves A respeito de Ricardo Salgado, não acolho as palavras de Miguel Sousa Tavares. O critério que utiliza não é o mesmo que utiliza no seu quotidiano bélico linguístico. No mundo injusto que vivemos, só falta pedirem-nos para termos pena do banqueiro. Não deixa de ser curiosa a defesa semelhante de José Sócrates esta semana. Nesta análise, independentemente do fundamento da sua razão, a autoridade bipolar de Miguel Sousa Tavares, o populismo e o oportunismo de que tanto usa e abusa, ficou à porta do estúdio televisivo por razões de amizade e familiares. Tantas vezes a “falar de cima da burra”, neste caso, bem podia cair dela e bater com a cara no chão, com estrondo!