Manuel António Costa Marinho No passado sábado até eu estava curioso de ver e ouvir a entrevista que o Dr. Alberto João Jardim tinha dado à SIC. Pessoa que admiro pela sua inteligência, admirável e até posso dizer gratidão nunca me deu nada de material mas o seu estado de sensibilização da minha situação aqui a viver na Madeira era profunda.
Com algumas frases injustas que lhe custaram caro nestes últimos anos de liderança Madeira mas nem somos todos perfeitos foi de chamar “cubanos” aos do continente principalmente aos políticos de Lisboa, até pelo contrário o povo do continente esteve sempre na ajuda pela Madeira, relembrando o 20 de fevereiro.
Voltando à entrevista onde fato, as respostas vieram com tanta rapidez e facilidade que ao princípio fiquei esmagado, mas continuei a ouvi-lo e comecei a sentir uma sensação de liberdade e à vontade e ao mesmo tempo estranha, como chegar a casa e ver-me numa ilha Madeira nova para o futuro.
Conhecem perfeitamente uma cascata de champanhe que é colocada várias taças, umas em cima das outras, quando a taça de cima transborda, naturalmente enche as taças todas.
Um segredo para viver da abundância e começar a encher o seu próprio povo, ligando-se diariamente ao seu próprio amor, à sua própria liberdade, à sua própria energia e à sua própria forças interiores. Quando transbordar, partilharia naturalmente o melhor que tem com os que o rodeiam.
Quando vossa excelência diz que está «melhor com povo do que com o partido» quando reparar que está a sentir a fome, iria, solidão ou afadiga, deve de parar com que está a fazer e concentrar-se em cuidar de si.
Mas nem o povo hoje está tão consigo e nem vossa excelência está hoje com o povo mesmo com esse coração debilitado e solidário está se lixando-se para o povo está de saída “meu caro”. E se reparar bem vossa excelência a que estragou o partido na Madeira, não ponha a culpa a ninguém foi a sua teimosia, como estragaram o partido (PPD/PSD) nacional, e aqui começou por dividir numa fatia, Miguel Albuquerque, e agora o bolo do PSD Madeira já tem cinco fatias, e outras que se podem partir porque afinal o bolo até era grande, e há fatias para muitos mais… não culpe os outros o erro foi só seu.
Como em tantas áreas da sua vida, quando se apercebe que tem andado a utilizar a tensão e a infelicidade para se motivar, pode novas opções e começar a colher as recompensas completamente diferentes destes 40 anos.
É caso para dizer! “Quem é que haverá quem é não acha que Lisboa pôs a ilha da Madeira em marcha”.
E quando se fala muito de Lisboa bem parece que o Dr. Alberto João está mesmo com ideias de dar um saltinho até “Belém”.
E pode chegar a aonde quiser tem capacidades escondidas. Mas também tem muita gratidão pelo povo Madeirense.