Com a actual atmosfera económica de maior contenção, racionalização dos custos, competição por mais e/ou melhores clientes e sua fidelização deve levar a alterações na visão e actuação das empresas. A orientação para o cliente tem ainda mais importância. Daí a gestão do relacionamento, de e, para o cliente deve tornar-se numa das maiores prioridades para qualquer instituição que procure tornar-se competitiva, mas existem algumas considerações a reter por forma a não se deitar tudo por terra. É necessário valorizar cada cliente. Trata-se de um processo de variedades interactivas que também visa responder à variedade de novos segmentos de mercado/clientes com ofertas diferenciadas. Avalie, questione, esteja atento...Onde pretendo instalar o meu negócio é fácil para o meu cliente alvo lá chegar? Os produtos que pretendo oferecer reúnem o gosto de quem procuro? E o seu preço é devidamente valorizado? E estarei promovendo/divulgando devidamente e através dos meios de promoção certos? Qual a opinião do cliente alvo a estas questões? Estas questões devem-se colocar com a devida frequência, porque as realidades, as tendências, os gostos, as modas mudam muito mais rápido do que, muitas vezes, gostaríamos. Mas olhe também para dentro da sua empresa, para a sua equipa e tente orientá-la por forma a focá-la na satisfação das necessidades dos seus clientes. Por isso, a importância de fazer com que os seus colaboradores embebam esta forma de estar é também vital para o sucesso deste processo. Esta maneira activa e constante de se estar é um processo em evolução mas que desde logo sai reforçado por ser assumidamente um passo das empresas para uma orientação virada e focalizada no cliente. “What helps people, helps business.”, por Leo Burnett, assim já escrevia este reconhecido estratega em marketing.

Duarte Afonso, Consultor de marketing