Vivemos um momento histórico. Em breve o PSD/M tem de dizer claramente ao que vem, para onde vai e quem vai liderar os desafios do novo ciclo político. É evidente para todosque essa escolha dos militantes do PSD/M extravasará o universo interno do próprio partido e terá repercussões profundas no futuro quadro político regional. O Povo Madeirense, que é muito mais do que a soma dos eleitores-contribuintes, e que é lucido e soberano nas escolhas políticas essenciais, não quer mais do mesmo, e precisa de um novo desígnio colectivo para o futuro da nossa Região. Ao novo líder não basta ganhar o Partido. É essencial ter a confiança do Povo da nossa Região. Esgotado o modelo de desenvolvimento perfilhado, teimar na mesma receita e nos mesmos protagonistas, levará o PSD/M a um beco sem saída nas próximas eleições regionais. Ou o PSD/M muda de líder e de políticas, abre-se à sociedade, renova os seus quadros, aponta novos caminhos de esperança para os Madeirenses e Portosantenses, e consegue liderar as dinâmicas e mudanças sociais, económicas e políticas que se afiguram inevitáveis. Ou o PSD/M teima em não mudar, continua “governamentalizado” e prisioneiro dos interesses instalados, não se renova, vive a reboque dos acontecimentos, e perde de vez o crédito político juntos dos Madeirenses e Portosantenses. É este um tempo que impõe a todos os militantes do PSD/M a responsabilidade de fazerem uma escolha apta a relançar o PSD/M rumo a uma vitória nas próximas eleições regionais e capaz de mobilizar o Povo da nossa Região rumo a um caminho de futuro.
Miguel Albuquerque Candidato a líder do PSD-M