Luis Silva Era uma vez um jovem aldeão que veio do campo e chegou á cidade, e começou a estudar e a se meter na política ´xocialistas`. Depois tornou-se funcionário da Universidade enquanto mexia um cordelinhos no partido xocialista, de intriga a intriga, tornou-se o líder dos jovens xocialistas e tratou de arranjar um tachinho no parlamento da ilhota, e ai fez a sua luta politica com as suas verborreias e supostas revindicações sobre democracia, lobbys, negociatas, compadrios, favores e dessa maneira enganou os militantes do partido como se tratasse de um novo Dom Sebastião Xocialista, que ira salvar o partido. A reboque da insatisfação dos eleitores do arquipélago ganhou umas camarazinhas e a principal câmara da Ilha, outra vez a reboque de outros, que o levaram às costas, mal sabendo que levavam um escorpião. Presunçoso o nosso aldeão começou a se dar com os grandes senhores da cidade e transformou a intriga, as conveniências e a bajulação em arte, até Influenciando o novo presidente da Câmara, que atrás dos interesses dele, qual fantoche, criou uma crise monumental na autarquia deixando-a de pantanas. Vieram novas eleições e o aldeão perdeu mas, como vive inchado de vaidade e presunção não quer dar o lugar a outros mais capazes e sem complexos de serem aldeões, que não é vergonha nenhuma. A Ilha precisa de gente séria e mesmo de aldeões honrados para fazerem oposição e não de gente intriguista e complexada apostada em destruir o nosso futuro. (Atenção: na minha terra os aldeões têm outro nome… mas isso são contas do outro rosário)