Francisco Homem de Gouveia Sou apreciador do conteúdo e ainda mais do humor com que corta a direito vários aspectos do quotidiano social e político madeirense, por si escritos em crónicas publicadas semanalmente no verso da contracapa do suplemento “Mais” das edições de Domingo deste diário.
Sucede que - à excepção das duas últimas – há muito tempo a esta parte que, exaustivamente, remata, no último parágrafo das ditas, em referências a uma Élia e a um viajante com destino marcado para “Broxelas”.
Quando à primeira, desconheço quem seja, e quanto ao segundo, nem você, nem eu, e penso que nenhum leitor se deu ao trabalho de deslindar a sua identidade, porque evidentemente, incontáveis.
Quando, numa aula de Direito Romano, estava sentado no anfiteatro da faculdade onde estudei ouvi da voz do Professor Doutor e Padre Sebastião Cruz o seguinte:“As palavras gastam-se com o uso e prostituem-se com o abuso”.
António Fontes! Com sinceridade: - Basta!
Liberte a dita Élia da pública gaiola onde a encarcerou. Deixa-a livre, entregue aos seus desígnios, à liberdade que você tanto presa. Igual tratamento lhe peço para incógnito viajante.
Receba os meus cumprimentos * Deste escrito dei prévio conhecimento ao destinatário.