A maturação da mente é atingida em média por volta da terceira década de vida Assim que nascemos a nossa mente é como uma esponja, recolhe milhões de dados, pouco a pouco são interpretados, armazenados e transformados. Essas informações após serem catalogadas serão depositadas em arquivos de importância, as repetitivas e sem importância serão enviados para o lixo. Esses estímulos chegam à nossa mente através dos nossos sentidos, auditivos, visuais, sensitivos, e quinestésicos. Sinais esses que a nossa mente escolherá preferencialmente para compreender, interpertar e atuar no mundo. Independentemente da herança genética e biológica aquilo que herdamos dos nossos pais, a maturação da mente é atingida em média por volta da terceira década de vida. É nesta fase de desenvolvimento que ela se comporta de modo mais eficiente, mais precisa com confiabilidade. Podemos afirmar que o trajeto é comparativo a uma montanha inicialmente a subir atinge o cume e depois é sempre a descer. Mas será mesmo assim? Não poderemos fazer nada para mudar essa perda de capacidades? Será realmente uma descida vertiginosa? Sim, se não respeitarmos a nossa maior capacidade. O querer! Querer mudar, actuar; não deixe acontecer o envelhecimento da sua mente. A ciência dá-nos essa evidência. Qualquer ser humano em qualquer idade consegue reverter o declinio mental. Para que isso seja possivel é necessario pôr em prática uma estratégia que envolve um comportamento especifico. São quatro os pontos esseciais: 1- aprenda algo novo, algo que sempre desejou fazer, mas nunca o fez aprender uma nova lingua, aprendar a tocar um instrumento musical, uma tarefa. 2-Aprenda com alegria. 3-Focalize, concentre-se o máximo no que esta a aprender, a atenção deve ser máxima. 4-Recompense a si próprio sempre o que fez bem. Os momentos de maior alegria estão sempre presentes na nossa memória. Ricardo Aguiar

A maturação da mente é atingida em média por volta da terceira década de vida

Assim que nascemos a nossa mente é como uma esponja, recolhe milhões de dados, pouco a pouco são interpretados, armazenados e transformados. Essas informações após serem catalogadas serão depositadas em arquivos de importância, as repetitivas e sem importância serão enviados para o lixo. Esses estímulos chegam à nossa mente através dos nossos sentidos, auditivos, visuais, sensitivos, e quinestésicos. Sinais esses que a nossa mente escolherá preferencialmente para compreender, interpertar e atuar no mundo. Independentemente da herança genética e biológica aquilo que herdamos dos nossos pais, a maturação da mente é atingida em média por volta da terceira década de vida. É nesta fase de desenvolvimento que ela se comporta de modo mais eficiente, mais precisa com confiabilidade. Podemos afirmar que o trajeto é comparativo a uma montanha inicialmente a subir atinge o cume e depois é sempre a descer. Mas será mesmo assim? Não poderemos fazer nada para mudar essa perda de capacidades? Será realmente uma descida vertiginosa? Sim, se não respeitarmos a nossa maior capacidade. O querer! Querer mudar, actuar; não deixe acontecer o envelhecimento da sua mente. A ciência dá-nos essa evidência. Qualquer ser humano em qualquer idade consegue reverter o declinio mental. Para que isso seja possivel é necessario pôr em prática uma estratégia que envolve um comportamento especifico. São quatro os pontos esseciais: 1- aprenda algo novo, algo que sempre desejou fazer, mas nunca o fez aprender uma nova lingua, aprendar a tocar um instrumento musical, uma tarefa. 2-Aprenda com alegria. 3-Focalize, concentre-se o máximo no que esta a aprender, a atenção deve ser máxima. 4-Recompense a si próprio sempre o que fez bem. Os momentos de maior alegria estão sempre presentes na nossa memória.

Ricardo Aguiar