José Miguel Alves Foram-se as armas e os barões, Faltou-lhes traquejo e certa manha, Faltou-lhes força nas canetas. Passaram de finórios a vilões, Humilhados por uma Alemanha E agora… o resto são tretas Por terras de Vera Cruz Soube usar sua cabeça, Lusitânia esquadra, comandada. Para que se fizesse luz E por estranho que pareça, Lutou mesmo à cabeçada Guerreiros, bem alimentados Um só quartel, não lhes basta Para que nada lhes falte. Quem lhe paga altos ordenados? O meu imposto onde se gasta? Senhor do apito, não os maltrate Saudades dos anos sessenta… Que sem pompa e circunstância, Esse grupo de rapazes, Passaram o cabo das tormentas Humildes sem arrogância, Mostrando, quanto eram capazes Foram-se as armas e os barões, Sem traquejo e pouca manha, Faltou-lhes força nas canetas. Passaram de finórios a vilões, Humilhados por uma Alemanha E agora… o resto são tretas Por terras de Vera Cruz Soube usar sua cabeça, Lusitânia esquadra, comandada. Para que se fizesse luz E por estranho que pareça, Lutou mesmo à cabeçada Guerreiros, bem alimentados Um só quartel, não lhes basta Para que nada lhes falte. Quem lhe paga altos ordenados? O meu imposto onde se gasta? Senhor do apito, não os maltrate Saudades dos anos sessenta… Que sem pompa e circunstância, Esse grupo de rapazes, Passaram o cabo das tormentas Humildes sem arrogância, Mostraram, quanto eram capazes