O Presidente da Direcção António Joaquim G. Loreto Em resposta à carta do leitor do dia 16-06-2014, com o título “Taxistas” da Sra. Maria Ornelas, eu na qualidade de Presidente da A.I.T.R.A.M., venho responder o seguinte:
Como é do conhecimento geral a educação começa quando ainda estamos no berço e para ser Motorista de Táxi é necessário ter mais de 18 anos, é obrigatório haver uma formação específica para adquirir o C.A.P., (Certificado de Aptidão Profissional), mas infelizmente como diz o povo na sua sabedoria popular, pau que nasce torto não é fácil de endireitar.
Lamento situações como esta que a leitora descreve e que em nada dignifica a nossa profissão, bem como, a imagem da Madeira, que, é bonita, e com um clima que dá as boas vindas a quem nos visita.
Quero salientar que na Madeira temos cerca de 1000 profissionais de Táxi que são pessoas idóneas e que gostam do que fazem e tratam os seus clientes de uma forma acolhedora dando uma boa recepção quer aos Turistas quer aos residentes, muitas vezes, fazem do cliente um amigo.
Não podemos nos esquecer que nesta profissão, bem como, em tantas outras, paga o justo pelo pecador, esquecemos de apontar o dedo a quem tem maus hábitos ou comportamentos menos dignos.
Na minha opinião deverão ser sempre identificados os infractores através do número de porta do táxi e/ou matrícula ou até mesmo o infractor e assim deixamos de colocar em causa o bom nome de centenas de profissionais que como já referi têm orgulho na sua profissão tratando bem os seus clientes fazendo de cada cliente um amigo reconhecendo ser esta a razão da nossa existência.
Para uma meia dúzia que não gosta da profissão que exerce e que têm comportamentos menos dignos para com os clientes é da competência da A.I.T.R.A.M., remeter para as entidades com competência na disciplina e fiscalização conforme determina o disposto no Decreto-Lei nº 263/98, de 19 de agosto no artigo 5º.
A A.I.T.R.A.M., está aberta a todos os clientes que pretendam reclamar, identificando os infractores, só assim poderemos analisar e remeter para quem de direito.