A.G.Mendonça No rescaldo das recentes eleições europeias o líder do partido laranja regional declarou que a elevada abstenção é um claro voto de censura ao regime. Não foi um voto de censura ao regime, pois o que temos é o regime democrático e se isso o incomoda o problema é dele. Também disse que o povo queria outra coisa o que leva a pensar que a coisa é ele mesmo.

Há sim, um claro voto de censura aos políticos que temos a pouca sorte de os ter.

A coligação PSD/CDS, apresentou como nº.2 da lista um indivíduo de nome Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios, durante largos anos e que o melhor que sabia fazer era exigir cada vez mais dinheiro para os municípios e que dizia aos funcionários da autarquia a que presidia que quando aparecessem fiscais que fossem corridos à pedrada.

Não vale a pena o auto proclamado único importante fugir às suas responsabilidades no que à região diz respeito. Como político não é exemplo para ninguém, pois tem como principal arma para os adversários políticos o insulto e o enxovalho, não respeitando os outros nem a si mesmo. Habituou-se a fazer gestão dolosa e danosa de dinheiros públicos levando a região ao colapso económico, tendo por isso causado angústia e desespero a muito boa gente residente nesta terra. Tornou-se num político turista pois boa parte do seu tempo é passado no estrangeiro e as viagens são secretas para ninguém saber por onde ele anda. Acresce dizer que as referidas viagens têm custos exorbitantes o que as torna em viagens de luxo.

Que dizer de um político que diz aos jovens do seu partido para se comportarem como a máfia? Aqui estranha-se que ninguém tenha sugerido que a criatura fosse internada para tratamento psiquiátrico. Só um grande político derrete centenas de milhões de contos e depois de euros em subsídios ao futebol profissional mas não constrói um novo hospital que, já há alguns anos os cidadãos reclamam.

Qual é o político no planeta que tem um panfleto partidário por conta dele, que é distribuído todos os dias, é gratuito mas quem paga são os contribuintes?

Por que é que a desgovernação laranja nunca explicou aos madeirenses como era seu dever, a razão pelo qual deixaram de poder usufruir de transporte marítimo para o Continente Português?