Miguel Guarda Sr Miguel Gomes, tem toda a razão quando diz que a “aposta na formação” tem de ser de forma sustentada e sistemática, mas isso não se aplica aos jogadores que dizem ser formados pelas equipas ditas B, que apenas utilizam os jogadores formados e de origem da região até aos 24 anos, quando finda o projeto da equipa. De todos estes anos de equipa B resumimos a dois atletas, Ruben e João Diogo, e volto a dizer atletas da região, a aposta é deveras sustentada. E ainda, grande maioria dos atletas que dão o salto para a equipa B são estrangeiros, formados como por exemplo, Leiria, Belenenses, Benfica, Nacional (Ricardo Fernandes, Aimar, Pita e Carim) etc, etc, que competem nos campeonatos de juniores.
Os moleques que se referem, são: Jota, Campos, Diogo Coelho, Sergio, Camacho, Edgar Abreu e depois fora da região, Lucas e Rui Silva. Grandes moleques. Ou será que se referia ao Clube Sportivo Marítimo Porto Novo?
Realmente os números não enganam, pois se formar a falar também dos atletas formados que dão cartas noutros clubes e outros campeonatos vou gastar mais tinta.
Não enganem os atletas da região com supostos projetos de equipa B que depois de enganados lá andam nos clubes regionais, Prietos, Marco, Macedo, Cristiano, Marquinhos, Paulo César, Luis Carlos, Roger, Ricardinho, etc, etc, grandes potenciais de atletas que foram encostados. Lembro também que, numa equipa de juniores do campeonato regional onde jogam estrangeiros, algo está mal. Para finalizar, porque vou de férias futebolísticas, dizer-lhe que gostei da última vitória “alvi-negra”, nos iniciados, em Santo António. Marítimo-1 Nacional-5. Nos quatro jogos da temporada foram só 16-2, a favor do Nacional. Formar e ganhar, é trabalho de qualidade!