Foguetório mediático. Administração municipal parada. Insuficiente - ou inexistente –capacidade de resposta às solicitações dos munícipes. Novos projectos municipais anunciados – como a Câmara à Porta – completamente falhados. Serviços desmotivados e descoordenados.
Eis o resultado de se pensar que basta “parlapier” ou abrir os braços e planar de mansinho consoante o vento para se administrar com eficácia uma Câmara complexa como a do Funchal.
Como de costume: depois do fracasso, em vez de se explicarem as causas, ensaiam-se desculpas de folhetim e procuram-se bodes expiatórios.
No fim de contas, a questão é simples: A CMF tem excelentes trabalhadores e óptimos quadros técnicos. Infelizmente, para o Funchal, o Presidente eleito não sabe constituir, nem coordenar, nem motivar equipas para trabalharem em prol da cidade e no futuro só pensará na sua sobrevivência política. O resto é conversa. “ A revolução educativa do século XX consistiu em pôr a educação básica ao alcance da maioria das pessoas que viviam em democracias.
A revolução educativa do século XXI consistirá em colocar a educação de qualidade ao alcance de uma percentagem cada vez maior de jovens” “O Declínio do Ocidente” Naill Ferguson
Miguel Albuquerque