Esperança da Liberdade Madeira O voto secreto é o direito que a pessoa tem de votar, em eleições, em segredo, sem que outras pessoas saibam em quem o eleitor votou, a não ser o próprio. É uma forma de evitar pressão sobre os eleitores, e também evitar a coação ao exercício da sua opção de escolha. O voto secreto tem um valor essencial para garantir que o voto expresse realmente a vontade do eleitor. A votação secreta, também tem o objetivo de impedir a compra de votos. Quem votar no chefe será recompensado, mas quem não votar estará lixado, literalmente falando. Quando o voto é de braço no ar, os eleitores são controlados pelo governador da ilha, ou do que for, e pelos seus coronéis. Ninguém vota diferente do führer, pois, com certeza, sofreria algum tipo de represália. O eleitor não votava em quem queria, mas por medo de represálias em quem o chefe ou os subchefes queriam. Atenção! Futuramente, o prognóstico será mais do mesmo, o aviso foi dado. Mesmo que a região esteja na bancarrota, ao próprio, familiares e amigos nas suas torres de marfim, nunca lhes faltará nada. (Portanto nada de pensarem que o “Único Importante” vai pôr termo, por opção própria, a este “bien-être” e ao “show off” mediático, sem gastar um tostão do seu bolso. Desiludam-se, só se, eventualmente, como o outro, cair da cadeira). Com o voto é secreto: ninguém sabe quem votou em quem. Assim, impede-se que os eleitores se sintam coagidos ou intimidados a votar em alguém ou então a troco de conluios e mordomias. Quem não gostar dos candidatos pode votar em branco ou simplesmente anular o voto. Também é possível existir, como desde sempre, apenas um candidato às eleições (na associação laranja, em quase 40 anos, uma única exceção, Novembro de 2012) e não haver alternativa de escolha. Neste caso, o eleitor pode abster-se de votar, votar em branco e nulo. “Qualquer semelhança com a realidade madeirense é mera coincidência”.