Laíz Vieira No dia 15, comemorou-se mais um dia de reflexão sobre as consequências pessoais, cívicas e ambientais que advém da nossa forma de consumir. A mudança para o bem-estar e para um Mundo melhor, não está em ter mais, mas sim em querer menos, em não produzir e consumir tanto, mas usufruir com mais sentido. - Assim, nunca será demais lembrar que devemos ter consciência dos nossos direitos tal como dos nossos deveres, logo devemos recusar o marketing enganoso e tentar conhecer as marcas, rótulos e empresas que fabricam os nossos produtos, com o respectivo preenchimento de impressos de reclamações/sugestões, questionando a empresa em causa; devemos privilegiar a produção sustentável, ecológica e ética; consumir produtos que impliquem um baixo consumo de energia na sua produção, distribuição e utilização, onde a embalagem é reduzida ao mínimo assim como uma produção menor na emissão de gases poluentes, poluição dos solos e consumo de água; devemos optar por materiais/objectos produzidos com o menor consumo de matérias-primas, mas sim com materiais reciclados e/ou recicláveis; optar pelo que é certificado como Comércio Justo e como Agricultura Biológica, Orgânica ou Biodinâmica; dar preferência aos produtos locais, nacionais e regulamentados; escolher o que não teve impacto negativo ou danos a espécies selvagens ou em extinção, o que não foi testado em animais; optar por uma alimentação com mais vegetais e cereais e menos proteínas de origem animal, que são mais poluentes; e escolher os bens de consumo em que é longo o período de vida útil.