Ricardo Pedra Sem qualquer tipo de dúvida, pelo menos é assim que concebo, o futuro da nossa política, a bem de todos nós e das gerações futuras, deverá assentar num forte e decidido espírito social-cristão, onde o indivíduo deverá ser, pela sua óbvia condição humana, a preocupação central de quem nos governa. Assim, o comportamento político deverá salvaguardar, acima de tudo, uma postura fortemente humanista, que permita, na sua essência, olhar de forma decidida e rápida para, as crianças e jovens com necessidades especiais, os cidadãos mais desfavorecidos e asfamílias mais desprotegidas. Obviamente que este caminho não poderá, nem deverá, ser trilhado em exclusivo e tão só pelos governos. Deverá, no meu entender, assentar numa lógica de absoluta responsabilidade social, que tenha como principais dinamizadores os próprios empresários, mesmo esses de quem se tem tanta raiva e inveja, os quais ao desenvolverem os seus próprios projectos irão em simultâneo, estimular investimentos, fortalecer e dinamizar a economia, e acima de tudo fomentar a criação de empregos sustentados e duradouros. Concluindo, penso que toda esta problemática à volta da “Quinta do Lorde”, vem acima de tudo evidenciar a ideia de que para nos governar deveremos exigir homens e mulheres com fortes convicções, onde não cabem aqueles ou aquelas que, em jeito de defesa dos seus interesses pessoais, têm necessidade em afirmar que não se vergam nem se quebram, mesmo que em causa esteja o supremo interesse e bem estar da comunidade em geral. Um bem haja a todos.