O CDS tem Autoridade e Legitimidade para ser Alternativa ao PSD nas eleições regionais do próximo ano. Essa Autoridade e Legitimidade advém do facto de sermos o maior partido da oposição com um Grupo Parlamentar de reconhecida qualidade e com propostas e soluções para todas as áreas políticas da governação. Em 2011, os eleitores confiaram no CDS para liderar a oposição. Não os desiludimos e hoje podemos pedir-lhes para que confiem na nossa Alternativa de Governo. A nossa Autoridade e Legitimidade é, também, fundamentada no bom resultado que o CDS/PP obteve nas eleições autárquicas - o melhor de sempre – e da conquista da Câmara de Santana e das Juntas de Freguesia da Ponta do Pargo, Fajã da Ovelha, Santana e São Jorge. A esta realidade acrescem as posições decisivas que conquistámos noutras vereações e nas Assembleias Municipais e de Freguesia. É motivo de orgulho acrescido o trabalho realizado pelos nossos autarcas que são poder no Município de Santana e nas quatro Juntas. Apesar de só ter passado 1 ano, já se vê a Marca CDS, a Marca da Diferença a favor dos contribuintes com impostos e taxas reduzidas, com políticas de apoio às famílias e aos mais carenciados, e com uma governação de proximidade junto das populações. Esta Marca CDS nas Autarquias credibiliza a nossa Alternativa governamental. A nossa Autoridade e Legitimidade baseia-se, ainda, no facto indesmentível de sempre termos posto os interesses da Madeira e do Porto Santo acima dos interesses partidários ou particulares. Em Outubro de 2012, saí da Assembleia da República e demiti-me de Vice-Presidente do Grupo Parlamentar e de Vice-Presidente do CDS Nacional em protesto contra a chamada TSU dos pensionistas que o PSD queria impor no seio do Governo. Nesse final do ano o Deputado que assumiu funções, Rui Barreto, em nome do CDS/PP Madeira votou contra o Orçamento do Estado para 2013 e por isso foi sancionado partidariamente. Mas voltou, coerentemente e corajosamente, a votar contra o Orçamento para 2014. Em matéria de defesa dos interesses dos madeirenses e de coerência de posições, os dirigentes do CDS/PP têm provas dadas de que não vacilam no momento da verdade. Não obstante esta Autoridade e Legitimidade, o CDS/PP convidou o PS para uma coligação pré-eleitoral alternativa ao PSD, aberta a outras forças políticas, movimentos cívicos e personalidades independentes com um candidato comum a Presidente do Governo Regional que não fosse nenhum dos líderes partidários. Esta nossa iniciativa para formar um movimento, que não substituísse os partidos mas os unisse e fosse para além deles, esbarrou na intransigência do líder do PS-Madeira que manifestou indisponibilidade para abdicar de ser candidato a Chefe do Governo. Os madeirenses podem assim avaliar a visão que cada partido tem do interesse regional e a prioridade que cada partido dá à construção de uma Alternativa sólida e credível ao PSD. Cada um segue o seu caminho e cada madeirense tirará a devida ilação do sentido de responsabilidade de cada partido. O CDS chega ao seu Congresso com uma total liberdade estratégica e com toda a Autoridade e Legitimidade para criar uma Alternativa consistente e de Confiança para o Governo da Madeira.
José Manuel Rodrigues Líder do CDS/M