Aquela história que se dizia de Portugal ... meio mundo, ou seja, 50%, a lixar o outro meio, deve ser mesmo verdade! Dizem que o dinheiro não dá felicidade, e realmente ... quando experimentamos mastigar duas notas de 500, mesmo adicionando um pouco de molho agri-doce, temos uma sensação amarga ... de alguma infelicidade! Mas essa infelicidade será igual para todos ... quando se observa uma imensa avidez, quase generalizada, para ganhar dinheiro, seja azul, ou de outra cor qualquer, não importando a forma ou feitio, o material ou os métodos? Os esquemas maquiavélicos e escandalosos, montados dentro dos serviços do Estado, com os acessos privilegiados inerentes - leia-se “passwords” - com as influências partilhadas para este jogo, com as conivências necessárias e adequadas ... só resta mesmo alugar o apartamento T0, num vão de escada ... e depois, esperar a hora da reunião para dividir o bolo de notas! Aquela história que se dizia de Portugal ... meio mundo, ou seja, 50%, a lixar o outro meio, deve ser mesmo verdade! Mas, atenção e muita atenção, porque nada disto está provado! O que se lê, diz e comenta tem de ser provado, acusado, julgado ... e só depois, decidida a pena com o tempo de estadia em estabelecimento prisional. Mas, agora e daqui para a frente...com estas cenas de traficantes “de fato e gravata”, por todo o lado, ... salta-nos á mente uma tremenda dúvida metódica: - Em quem vamos acreditar? Ou confiar? E porque havemos de acreditar ou confiar? Com que garantias? Só com a garantia exacta de pertencer aos 50% do grupo do lado bom ... daquele que está a ser lixado! Está visto que o dinheiro, por si só não dá a felicidade! Mas sim, a sua dis ou indis-ponibilidade - podem traduzir de facto esse estado de felicidade ou de infelicidade conforme seja o caso! E explico porquê: sabemos de contas bancárias - sediadas em ilhas virgens, algures aí no meio dum oceano ou então, em locais bem aqui mais perto - cujos montantes estão disponíveis lá, mas indisponíveis por cá. Daí resultando numa imensa infelicidade, por esse dinheiro, não poder ser usado quando e onde se quer. Ou seja, há gente que se passeia com um Mercedes velho de 1995 e que tem dinheiro lá fora para ter um Ferrari novo ... vá lá, da cor duma nota de 500! Aonde chegámos! Com esta livre Democracia, suportada por uma suposta Justiça, usufruindo da melhor tecnologia disponível para combater o crime ... e acontecem estas coisas? Se o dinheiro possui estas propriedades, de poder dar felicidade aqui e dar infelicidade acolá, a Democracia, a Justiça, os Governos e sei lá mais quem, ... têm de disponibilizar todos os meios necessários para combater e até mais que isso, impedir e imobilizar na sua origem, estas barbáries que teimam em proliferar! E ainda não cheguei a falar, de um certo banqueiro ... sempre apresentável, com aquela solene e imponente figura de honestidade “anti-transpirante” ... que parece não deixar nódoa em peça alguma da roupa! Como pode tudo isto estar a acontecer em 2014, com tanto desenvolvimento tecnológico, com tanta regulação e tanto sistema de alarme, tanto controle dos valores mobiliários, ... como surgem no terreno, estes negócios estilo “cosa nostra” lembrando os anos americanos de 30 ou 40? Afinal, colocando no prato da balança, os negócios das armas, da droga e mais estes, qual é a diferença e quais acham os mais graves? Que segurança nos reserva esta Democracia e que futuro esperamos deste País Europeu, onde porta sim, porta não, se organizam, marginais intelectuais, para saquear, tudo o que for saqueável? E que bela imagem de futuro e que herança, estamos a deixar aos nossos jovens ... e que belos exemplos, de Exercício Democrático e de Sanidade Mental! O preço dos medicamentos baixa em 2015! Vem mesmo a calhar: aproveitem para programar um tratamento, agora com menos despesas terapêuticas, procurando um psiquiatra disponível ... num consultório perto de si! Porque na origem de tudo isto, está seguramente, um déficit mental! P.S. Este artigo foi escrito como comentário aos vistos-gold, antes da hecatombe ocorrida...mais tarde...! José Manuel Morna Ramos
Aquela história que se dizia de Portugal ... meio mundo, ou seja, 50%, a lixar o outro meio, deve ser mesmo verdade!
Dizem que o dinheiro não dá felicidade, e realmente ... quando experimentamos mastigar duas notas de 500, mesmo adicionando um pouco de molho agri-doce, temos uma sensação amarga ... de alguma infelicidade! Mas essa infelicidade será igual para todos ... quando se observa uma imensa avidez, quase generalizada, para ganhar dinheiro, seja azul, ou de outra cor qualquer, não importando a forma ou feitio, o material ou os métodos? Os esquemas maquiavélicos e escandalosos, montados dentro dos serviços do Estado, com os acessos privilegiados inerentes - leia-se “passwords” - com as influências partilhadas para este jogo, com as conivências necessárias e adequadas ... só resta mesmo alugar o apartamento T0, num vão de escada ... e depois, esperar a hora da reunião para dividir o bolo de notas! Aquela história que se dizia de Portugal ... meio mundo, ou seja, 50%, a lixar o outro meio, deve ser mesmo verdade! Mas, atenção e muita atenção, porque nada disto está provado! O que se lê, diz e comenta tem de ser provado, acusado, julgado ... e só depois, decidida a pena com o tempo de estadia em estabelecimento prisional. Mas, agora e daqui para a frente...com estas cenas de traficantes “de fato e gravata”, por todo o lado, ... salta-nos á mente uma tremenda dúvida metódica: - Em quem vamos acreditar? Ou confiar? E porque havemos de acreditar ou confiar? Com que garantias? Só com a garantia exacta de pertencer aos 50% do grupo do lado bom ... daquele que está a ser lixado! Está visto que o dinheiro, por si só não dá a felicidade! Mas sim, a sua dis ou indis-ponibilidade - podem traduzir de facto esse estado de felicidade ou de infelicidade conforme seja o caso! E explico porquê: sabemos de contas bancárias - sediadas em ilhas virgens, algures aí no meio dum oceano ou então, em locais bem aqui mais perto - cujos montantes estão disponíveis lá, mas indisponíveis por cá. Daí resultando numa imensa infelicidade, por esse dinheiro, não poder ser usado quando e onde se quer. Ou seja, há gente que se passeia com um Mercedes velho de 1995 e que tem dinheiro lá fora para ter um Ferrari novo ... vá lá, da cor duma nota de 500! Aonde chegámos! Com esta livre Democracia, suportada por uma suposta Justiça, usufruindo da melhor tecnologia disponível para combater o crime ... e acontecem estas coisas? Se o dinheiro possui estas propriedades, de poder dar felicidade aqui e dar infelicidade acolá, a Democracia, a Justiça, os Governos e sei lá mais quem, ... têm de disponibilizar todos os meios necessários para combater e até mais que isso, impedir e imobilizar na sua origem, estas barbáries que teimam em proliferar! E ainda não cheguei a falar, de um certo banqueiro ... sempre apresentável, com aquela solene e imponente figura de honestidade “anti-transpirante” ... que parece não deixar nódoa em peça alguma da roupa! Como pode tudo isto estar a acontecer em 2014, com tanto desenvolvimento tecnológico, com tanta regulação e tanto sistema de alarme, tanto controle dos valores mobiliários, ... como surgem no terreno, estes negócios estilo “cosa nostra” lembrando os anos americanos de 30 ou 40? Afinal, colocando no prato da balança, os negócios das armas, da droga e mais estes, qual é a diferença e quais acham os mais graves? Que segurança nos reserva esta Democracia e que futuro esperamos deste País Europeu, onde porta sim, porta não, se organizam, marginais intelectuais, para saquear, tudo o que for saqueável? E que bela imagem de futuro e que herança, estamos a deixar aos nossos jovens ... e que belos exemplos, de Exercício Democrático e de Sanidade Mental! O preço dos medicamentos baixa em 2015! Vem mesmo a calhar: aproveitem para programar um tratamento, agora com menos despesas terapêuticas, procurando um psiquiatra disponível ... num consultório perto de si! Porque na origem de tudo isto, está seguramente, um déficit mental! P.S. Este artigo foi escrito como comentário aos vistos-gold, antes da hecatombe ocorrida...mais tarde...!
José Manuel Morna Ramos