1 – Equívoco significa erro, confusão ou interpretação errada. Logo, o que estou a escrever, poderá ser considerado com tal! Certo? Pois bem. Então vamos conversar sobre o tema e começo, por Leonel Pontes. À 12ª jornada da I liga, escrevo antes do Marítimo-Estoril, parece-me um equívoco de Carlos Pereira. Não me parece que o treinador verde-rubro tenha muito entendimento de táctica e estratégia. Parece-me constantemente equivocado e denuncia alguma insegurança. Se calhar coisa de principiante. Altera constantemente o onze e ainda não conseguiu imprimir um fio de jogo característico. Não me parece confiar nos jogadores e basta ver as mudanças, na defesa e no meio campo. Aplica uma espécie de castigo a quem falha. Quem erra, não joga na jornada seguinte. Aconteceu nomeadamente com Bauer, Gegé, e João Diogo. Aposta no veterano Briguel, sem capacidades futebolísticas para estar no plantel. Até parece que faz parte do contrato! Um erro de casting este Leonel Pontes. Gostaria de estar equivocado!

2 – Equívoco foi também a alegria que Nacional proporcionou aos seus adeptos no jogo contra o Marítimo. Deu 3-0 ao adversário e até podiam ser mais, mas numa completa ilusão. Como se desenrolou o jogo, o resultado poderia pender para qualquer um dos lados! A vitória alvi-negra deu ânimo à massa adepta, mas que depressa se desvaneceu! A decepção regressou com a derrota em Penafiel. Há jogadores no Nacional que são um redondo equívoco! Jogadores e também alguns responsáveis directivos. Volta rápido Rui Alves!

3 – Cristiano Ronaldo, o meu ídolo a quem apenas consigo encontrar em Maradona um elemento comparativo, vai ser, e bem, agraciado pela Assembleia Regional no próximo domingo e ficará perpetuado numa estatua na avenida Sá Carneiro. Merece! É o expoente máximo da raça Madeirense. Inigualável! Um exemplo para todos nós! Até para o bando/inveja/luso/madeirense/argentino! Mas…e há sempre um mas, há aqui um grande equívoco de quem comanda os destinos turísticos nesta terra. Outros grandes nomes, quer das artes, quer do desporto Madeirense, já deveriam merecer uma homenagem pelo nome da Madeira que levam por esse Mundo fora. Refiro-me, por exemplo, ao Marco do ténis de mesa e ao Rebolo dos músculos. Mas há muitos outros e noutras áreas! Parece que temos vergonha de sermos bons! Ou então, a inveja fala mais alto!!!

Mário Gouveia