Gil António Mais uma vez vai decorrer a noite do mercado,mas a tradição já não e o que era.Em primeiro lugar para recordar temos o mercado encerrado,o que e uma autentica estupidez.Porque vejamos as pessoas vão com o intuito de ver naquela emblemática noite aquele edifício aberto ao publico em geral e deparam-se com o mesmo encerrado...Só com a convicção de colocar uns indivíduos no interior da praça do peixe,vedando por completo a mobilidade da maioria dos madeirenses,Atenção não sou contra a essas musicas ,mas por favor vão canta-las para o exterior ,mas deixem o espaço livre aos cidadãos.Isto quanto a mim não poderá acontecer.E também,devo dizer que as musicas executadas,no interior da praça,são de origem duvidosa Porque se nós olharmos os seus intervenientes,deparamos com indivíduos ligados a maquina partidária do governo, ou seja a estrema direita,com alguma estrema central. Por isso é que eu apelo a nova equipa presidencial camarária,para por termo a isto e se assim não o fizeram estão a comprometer-se,perante a população que confiaram no vosso slogan,juntos pela Madeira.
Não concordo só haver barracas em cima de barracas e depois um aglomerado de pessoas,junto ao Mercado dos Lavradores. Quanto as ruas emblemáticas ,nomeadamente Fernão de Orne las é o costume não diversificaram. A que recordar tempos idos isso sim, é que era a noite do mercado.Nos tempos que já la vão,havia muitas ruas a explorar,nesta quadra natalícia, e passo a citar algumas,que estão vincadas na memoria de alguns madeirenses.Rua do Hospital velho com as características árvores de natal e verduras... Inicio da rua Pestana Júnior ,ladeadas com a Quintino de Freitas e Bom Jesus.Mas com esta estrema direita,que temos a quarenta anos, só andou destruir as nossas tradições ao longo destes anos.