C. Gouveia No dia 19 de Setembro por voltas das 17 horas e pouco ia a caminho do aeroporto a fim de viajar. O meu voo deveria sair do Funchal às 18h45.
Quando me apercebi que o trânsito não “andava” de maneira alguma, um pouco antes de chegar ao Caniço, apercebi-me que ocorreu um acidente rodoviário.
Liguei para o apoio ao cliente da Sata uma vez que o voo era realizado por essa companhia, não obtive resposta, tentei várias vezes até que finalmente alguém me atende e eu expliquei a situação do atraso para efectuar o Cken-in pois já estava atrasada. Solicitei que aguardassem 10 minutos. Como resposta obtive que nada podiam fazer e quem atendeu foi de uma falta de educação incrível ao ponto de me desligar o telefone.
Voltei a ligar e quem me atendeu já não foi a mesma pessoa e quando chego ao aeroporto ainda estou a falar ao telefone, pedi à funcionária que estava ao balcão para falar com a colega a qual negou-se, isto por volta das 18h31m, e para meu espanto o avião já estava na pista pronta a descolar. (Ou seja partiu com 15 minutos de antecedência).
Se existisse boa vontade e profissionalismo teria conseguido embarcar. Claro que perdi a paciência e tudo o mais e entrei em desespero. A única solução que me foi apresentada seria que teria de embarcar no dia seguinte e pagar novo bilhete, solicitei a presença da pessoa responsável o que aconteceu e não houve volta a dar, tive mesmo de pagar novo bilhete regressar ao Funchal e no dia seguinte efectuar a minha viagem. No meu voo no dia 20 só estavam 54 passageiros quando a capacidade do avião é de 80. Existia mesmo necessidade de novo pagamento? Perguntei onde iria jantar e dormir a resposta foi: “não é residente cá? então vá para casa e regresse amanhã”. Bem aí foi demais: eu vivo no Funchal e não em Santa Cruz. Como não estava em condições de apresentar reclamação fiz por email directamente para o apoio ao cliente da SATA no dia 6 de Outubro. Até agora estão a analisar o processo pois em 1º lugar deram a resposta que teria de reclamar à Groundforce, quando os bilhetes foram comprados e pagos à SATA.
Continuo à espera de resolução, pois além de me terem estragado as férias tive vários gastos inesperados além de transtornos de vária ordem. Apenas estou a solicitar a devolução do bilhete extra que paguei, pois quando muito deveria ter viajado no dia seguinte mas sem custos, como indicação de alguns agentes de viagem que afirmam que este é o procedimento habitual.
Enviei toda a documentação incluindo uma carta da Via Litoral a comprovar o acidente.
O “caricato” desta situação é quando regresso eu e os outros passageiros estivemos á “seca” dentro do autocarro cerca de 25 a 30 minutos sem qualquer justificação.
Desta forma como é que as companhias aéreas podem apresentar prejuízos?