Alberto João, no Paul da Serra em 2/08/ 92, afirmou na Festa do PSD/ M, que «os sucessos conquistados conseguiram-se porque em 1974 e 75 pegámos nuns cavalheiros, metemo-los num avião e mandamo-los para Lisboa. E foi aí que eles perceberam que nós tínhamos força, e nos deram autonomia» O rapaz fez túneis e mais túneis que levam 4 anos de impostos dos madeirenses, que enche os olhos aos turistas e emigrantes. O homem fez piscinas e mais polidesportivos… só não vê quem não quer ver. Não há praticantes, nem dinheiro para a manutenção. Era preciso sacar a massa da Europa e encher a pança do grupo de construção civil, suporte do jardinismo. O Dr. fez as marinas, as fábricas de moscas e conservas e tanta coisa que os comunistas acusam de «berbicachos» do regime jardinista mas apoiou e deu umas massinhas ao triângulo do betão. Só não vê quem não quer ver, que o grande Senhor tem Sociedades de Desenvolvimento e empresas públicas , geridas por gente laranja e que só há banca deve milhões… Vocês vão ver que as condecorações dadas, ou em curso , vão premiar a «canalha » sob o lema « Maior a comenda para quem mais rouba.» Já nem o Espírito Santo os safa! Aqueles do Tribunal de Contas, metem o bedelho onde não são chamados. São instrumentos da oposição. Em breve serão postos num avião a caminho de Lisboa… rua com a eles! De que serve dizer que a dívida é de 8 mil milhões de euros, que isso dava para construir 30 hospitais, que isso corresponde a 30 000 euros por madeirense desde que nasce até morrer. Ele tem obra feita, betão e mais betão, quem vier atrás que pague, ou quem sabe se não será o António Costa do PS no futuro Governo da República, aliado ao Marinho Pinto, ao Livre ou ao CDS, que perdoará a dívida? Não foi assim com Guterres? O que eu gosto mais é da Praça do Povo. Linda de morrer. Sempre que lá for vou tirar fotos para o Facebook para todo o mundo ver. Assim vou esquecer (fazer luto) dos que morreram lá para cima nas zonas altas do Funchal ou Ribeira Brava, onde não passam os turistas. Eu, por mim votava para que o Doutor apanhasse um avião e fosse para Buenos Aires, onde há jardins a seguir a jardins, zonas planas para esquecer as zonas altas. Gostaria de o ver a dançar o tango, de preferência de tanga, e dançar o bailinho para ter saudades da Terra.

Dírio Ramos