Caros companheiros militantes do PSD-Madeira, constato que muita boa gente diz ser a detentora exclusiva do significado e da palavra “mudar”, deixando a mensagem de que mudar é um simples exercício de guilhotina… efetivamente não é. Mudar, converter, modificar, reformar, inovar, regenerar, repensar, ajustar, etc. são palavras e significados da nossa língua que estão imbuídos de espíritos e significados comuns. São património e capacidades inatas de cada um de nós, e os resultados que procuramos dependem de quando, como e da competência com que agimos. Mudar e reformar não é só para os tempos maus, é sim uma exigência constante na nossa ação diária. Muito se mudou, reformou e ajustou em todos estes anos de governo, no entanto querem fazer quer que a “revolução tranquila” nunca existiu. A boa gestão pública é um exercício constante de capacidade, competência e inteligência e onde é fundamental saber ajustar e mudar as nossas ações perante as circunstâncias boas e más com vista a conseguir sempre o melhor resultado em prol do nosso povo. Engana-se quem pensa que o que de bom foi feito é um simples resultado das circunstâncias dos ditos “anos bons, das vacas gordas”. A capacidade inata de um bom gestor é fundamental para e em todo momento. O Dr. Manuel António já o provou na sua ação governativa no desenvolvimento da Habitação Social na Madeira. Existem ainda muitos problemas por resolver nesta área, no entanto, é um facto que a Habitação social é uma das maiores obras sociais da Autonomia. Em 40 anos, passamos de 94 apoios habitacionais em 1974 para 15.596 apoios em 2014, o que significa que o Governo Regional já apoiou 25% da população madeirense. Tal facto é também reconhecido pelo INE onde apresentamos o maior rácio de apoio na Habitação social em Portugal, o dobro da média nacional. Em 10 dos 40 anos, o Dr. Manuel António teve responsabilidade governativa nesta área, nos quais o Governo Regional deu 7650 apoios habitacionais, isto é, teve responsabilidade em 49% do total de apoios disponibilizados até hoje. Mudar é ter capacidade e competência, mudar é criar um novo ciclo e um novo paradigma, mudar é ser alguém que estabeleça um compromisso transversal com todos os militantes do partido e com todo o povo madeirense, sem demagogias, sem negar as dificuldades. Mudar não é propriedade de grupos, de empresas, de linhas editoriais ou de alguém em especial. Mudar esta em todos nós e no nosso voto! Um grande abraço.
Carlos Gonçalves