Manuel Perestrelo No passado dia 16.07.2014, desloquei-me à loja MEO TMN - Dolce Vita Funchal, a fim de solicitar um desbloqueio do meu telemóvel, sendo atendido por um funcionário (estagiário), o qual, por motivos que desconheço, não conseguiu efectuar essa operação com sucesso. Por esse motivo, foi necessário enviar o meu equipamento para o Continente, para se proceder ao desbloqueio. Tempos depois, fui contactado pela marca do telemóvel, que me informou que o mesmo estava avariado e se eu estava de acordo em pagar uma quantia monetária para repará-lo. Aí, começou um impasse que dura até à presente data, pois nunca solicitei reparação do meu equipamento, porque o mesmo estava a funcionar em pleno até ao dia da entrega na loja, pedindo apenas o seu desbloqueio. Fiz reclamação por escrito, a qual não surtiu qualquer efeito, recebendo uma resposta negativa, cuja loja declina responsabilidades, dizendo que o equipamento já não se encontrava dentro do prazo de garantia (facto este do meu conhecimento). Ainda, tentei em vão, fazer ver aos responsáveis da dita loja, que o meu telemóvel estava a funcionar bem, motivo pelo qual solicitei o desbloqueio do mesmo, caso contrário não o teria feito. Infelizmente, fiquei sem telemóvel (notificaram-me para recebê-lo no prazo de 30 dias, mas para que me serve se o mesmo está avariado), perdi os meus contactos e alguns dados que possuía no mesmo. Para além disso, tive que adquirir outro telemóvel, cuja quantia dispensada na sua compra, poderia ser evitada. Por fim recorri à defesa do consumidor, que até ao momento não me respondeu. Por tudo isto, «obrigado» MEO por nada, foi vosso cliente por mais de 14 anos, talvez um dia pensasse em voltar a sê-lo, mas a partir de agora não, nunca mais.