Pela primeira vez, em quase quatro décadas de democracia, surge uma coligação com grande abrangência no Funchal, denominada MUDANÇA com o apoio do PS, BE, PND, MPT, PTP e PAN. Estes partidos prescindiram de indicar candidatos e apoiaram um grupo de independentes liderados por Paulo Cafôfo, candidato a Presidente da Câmara Municipal do Funchal.

Tenho acompanhado o candidato da Mudança no Funchal, Paulo Cafôfo, nos contactos porta-a-porta e a alegria das pessoas revela-se nas suas faces. A forma como o Paulo tem sido recebido, a simpatia, os sorrisos, os gestos e olhares cúmplices, a naturalidade e o afeto sincero, estão sempre presentes.

Uma criança chama a mãe: “mãe, mãe venha ver é o Cafôfo”, um pai pede um autógrafo, no manifesto eleitoral, para levar à filha; um senhor diz “ando à espera da Mudança há mais de 30 anos, ainda bem que os partidos se entenderam, o senhor vai ser o Presidente da Câmara”. Umas portas abaixo, uma senhora de meia-idade, acrescenta “eu voto no Porto da Cruz, mas a minha filha e o meu genro vão votar em si”; numa loja, uma jovem confidencia-me “a minha família vai votar no Professor Paulo Cafôfo e tenho três amigas que estão a reunir mais apoiantes”. Têm sido assim. São constantes as manifestações de apoio e a disponibilidade de muitos para construir a Mudança.

A direita apresenta um candidato do Governo Regional e outro que irrevogavelmente afirma que não fará coligações. Todos sabemos o valor que estas pessoas dão às suas próprias palavras. A Mudança já está a acontecer. Todos os estudos de opinião e sondagens demonstram que, pela primeira vez, em mais de 30 anos, é possível ganhar o Funchal. Neste momento só há dois caminhos ou ganha a Mudança ou ganha o candidato de Alberto João Jardim. E estou convencido que a maioria dos funchalenses são hoje homens e mulheres da Mudança.

Victor Freitas