Antes da análise à parte competitiva, tenho de deixar os meus elogios rasgados à Comissão Organizadora do Rali Vinho Madeira que, em tempo de ‘vacas magras’, conseguiu uma prova equilibrada, seguida com interesse por milhares de espectadores. Criticar é simples e também eu não deixei de mandar umas ‘farpas, mas o Rali Vinho Madeira é como o Olá: ‘quem gosta, gosta sempre’. Quanto a resultados, apesar do ‘forcing’ final, Bruno Magalhães foi superado pelo italiano Giandiomenico Basso que, desta forma tornou-se, a par com Américo Nunes, o segundo piloto a conseguir quatro vitórias. A consistência de andamento desde o início da prova, permitiu a Miguel Nunes segurar a 3.ª posição da geral, associada à de melhor piloto madeirense. No regresso à competição, Luís Serrado levou a melhor sobre José Camacho e outra referência tem de ser feita a Ana Sofia Correia, que resistiu bem à dureza da prova. Também de volta, Américo Gouveia fechou o ‘top ten’, no qual entraram ainda Pedro Diogo e Marco Nóbrega, com os seus Toyota Yaris. Neste final da festa que foi o Rali Vinho Madeira de 2013, envio os meus pêsames aos familiares de António Jesus Pereira, piloto que me habituei a ver regularmente na antiga Volta à Ilha da Madeira.

Carlos Alberto Moniz - Jornalista