Tito Gouveia Senhor Miguel, ser militar ou não à frente da instituição Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) não lhe deveria causar confusão, pois o que os move será sempre os valores da própria instituição (unidade, voluntária e solidariedade, etc,etc). Como tal, qualquer dos militares na instituição da Madeira já deram provas, quer no seu passado quer no presente da qualidade indiscutível da sua mais valia para a sociedade. São líderes como estes em que os voluntários se revêem, de tal maneira que somos mais de uma centena. Inequivocamente, sabemos o que queremos, para onde vamos e como vamos, sob o lema SALVAR E SERVIR. Nos passados dias, aquando dos últimos acontecimentos na nossa Região, foram de uma entrega total em prol do próximo, com amor e dedicação. Tive o privilégio de estar numa viatura com um desses militares, vice-presidente da instituição, que, como todos nós, abandonou a sua família para cumprir a sua missão. Não sei se o conheço, a si, senhor Miguel, mas teria todo o prazer em lhe falar um pouco sobre a instituição e os seus voluntários. Quem sabe, teríamos lugar para si, pois acredito que as suas palavras são um desabafo por falta de conhecimento. Por tudo o que vivi e senti na pele, mando-lhe um abraço cordial de um voluntário de todos nós, com quase trinta anos de entrega ao voluntariado e à instituição. pelo nosso lema SALVAR E SERVIR todos são importantes, incluindo o senhor Miguel. Porque prezo muito todos os que passaram pela instituição CVP, nos diversos quadros, limito-me a ficar por aqui sem alimentar mais nenhum comentário. Parabéns a todos que mais uma vez se responsabilizaram em tornar a nossa missão mais próxima de quem precisa.