Alain Glacet Encontrei esta história no Facebook e achei-a extremamente linda e bondosa. E, além disso, permite ajudar simplesmente e anonimamente : “Entrei num pequeno café com um amigo e fizemos o nosso pedido. Enquanto nos aproximávamos da nossa mesa duas pessoas entraram e dirigiram-se ao balcão: - Cinco cafés para nós e três ‘suspensos’. Pagaram a respectiva conta, levaram os dois cafés e saíram. Perguntei ao meu amigo: - O que são cafés ‘suspensos’? O meu amigo respondeu: - Espera e verás! Mais algumas pessoas entraram. Duas raparigas pediram um café para cada uma, pagaram e saíram. O próximo pedido foi de sete cafés, feito por três advogados. Três cafés para eles e quatro ‘suspensos’. Enquanto eu ainda me perguntava o que seria isso dos cafés ‘suspensos’ e aproveitava o tempo solarengo e a vista sobre a praça em frente ao café, inesperadamente entrou um homem de roupas gastas, que lembrava um mendigo e amavelmente pediu: - Tem um café ‘suspenso’? Resumindo: As pessoas pagam cafés com antecedência para aqueles que não têm possibilidade de pagar por uma bebida quente. Este hábito dos cafés “suspensos” começou em Nápoles mas já se espalhou pelo mundo inteiro. Em certos sítios as pessoas podem não só pedir um café suspenso como também uma sandes ou uma refeição quente”. Vou tentar implementar esta simples ideia na Madeira, começando pelo Café APOLO e pelo Café do TEATRO já a partir de amanhã. Poderá ser : uma bica “suspensa”, um garoto, um refresco, uma sandes… Peço-vos a vossa ajuda para dar a conhecer este nova forma de ajudar quem mais precisa. Vamos ver se esta moda pega também na nossa ilha onde as pessoas tem corações de ouro!