Como o tempo não permitiu uma ida a praia, lá vamos nós ao shopping do Caniço. Encontrei pessoal conhecido e fomos ao café. Durante a conversa, falamos da escola da assomada, porque somos moradores da zona e os nossos filhos estudam lá. O meu filho já frequenta o 1ª ciclo mas já passou pela pré e conheço perfeitamente as pessoas que lá trabalham. Foi-me contado, que uma determinada educadora, agrediu uma criança na cantina para que esta comesse tudo. Vindo da educadora em questão, não me surpreende pois enquanto o meu filho frequentou a pré assisti a cenas lamentáveis e já na altura fiz questão de referenciar o meu desagrado no gabinete da direção. Muitos pais como eu, estamos preocupados com esta situação, porque já não é a primeira vez que uma criança se queixa de agressão física ou psicológica mas nada é feito a esta senhora e ela continua a exercer nesta escola. Será que a direção desvaloriza ou esconde estas situações da secretaria, ou a secretaria tem conhecimento mas nada faz porque vivemos numa sociedade de interesses e padrinhos, onde tudo se perdoa ou desvaloriza conforme as “cunhas” que cada um possui. Só lamento que pessoas como esta prejudiquem a reputação da escola e continuem a trabalhar na mesma para desagrado de muitos pais. No entanto, também me intriga o fato de tanta gente com formação e princípios sejam cúmplices desta senhora pois desculpem a sinceridade mas quem cala, consente. Sendo verdade que esta agressão aconteceu no inicio do mês e que até a data esta senhora não foi punida e continua fazendo a sua vida normal, seria bom que os pais das crianças da pré, mais especificamente da sala em questão, estivessem mais atentos e valorizassem a opinião dos seus filhos porque com certeza vão ter resposta como eu já ouvi tantas vezes contar « não quero ir para a escola... a educadora.... é má e grita comigo». Lembrem-se que as crianças são inocentes e influenciáveis mas muito justas e sinceras no que toca aos sentimentos e quando falam devem ter os seus motivos. Estou indignado e como tal escrevo só para alertar para o caso, e haja alguém que por direito investigue e defenda as crianças e os seus direitos, acima de qualquer interesse pessoal, profissional ou outro qualquer. J. P.