Manuel Marinho Costuma comparar-se com outras pessoas? Alguma vez sentiu que não “é tão bom” ser outra pessoa, ou que não é suficientemente inteligente. Cada vez vejo a comparar-se com outra pessoa está desconfiar da sua própria capacidade para tomar decisões e fazer escolhas e a portar-se como vítima reduzida. Quando o ouço e vejo perante a comunicação social a afirmação “e a leitura do Dr. Alberto João, é que só fez greve quem não quer mesmo trabalhar”, esperando mesmo que seja mesmo uma sua opinião. Por que se passa disso, o senhor está confundir um direito constitucional, dos trabalhadores, com o seu poder de decisão, e então seria bom que essa ideia de trabalho daqui a uns meses lá para Fevereiro funcionasse… Mas depois de ter ouvido e lido várias vezes até deu-me vontade de rir…

porque a mesma pessoa há uns anos atrás dava dias de trabalho para ir ver o Rally da Madeira, e só acabou de os dar mais, porque o Rally da Madeira já não é um grande evento automobilístico… A mesma pessoa dá um dia de trabalho para se brincar ao Carnaval, enquanto o resto do país trabalha… então em que ficamos! Diga-o em voz alta só para si, valorize a sua originalidade. Sempre que sentir necessidade de “estar de acordo”, veja cuidadosamente se o que sente não é o que o torna diferente. Aceite e tire o melhor partido das suas diferenças. São elas que fazem de si uma pessoa única e original com o seu próprio lugar especial no mundo.

A classificação dos temperamentos, é desde Hipócrates, assente na teoria do humor dominante. A partir do Séc. XVIII, procurou-se completar ou substituir, tendo em conta o conjunto da fisiologia também no aspecto exterior. Por vezes mais vale estar calado do que dizer alguma coisa que não tem fundamentos, não se pode ter uma ideia e duas medidas diferentes. A sua imaginação é muito forte, pode criar o que lhe apetecer. Mas decida criar o êxito só para si mesmo. O que aconteceu foi que usou uma afirmação negativa. Isto porque foi apoiado por uma visualização negativa, quando na sua imaginação se viu falhar. Vê portanto que estamos sempre a usar as técnicas da “opiniões jornalísticas”, só que há uma diferença eu crio o positivismo e o senhor doutor cria o negativismo. Agarre os princípios, arrisque-se, seja corajoso e actue. A sua, auto – estima aumentará na proporção directa dos riscos pessoais que está preparado para correr… Vem aí as eleições! E não se esqueças dos resultados das últimas aqui na Região Autónoma da Madeira. Muitos de nós fomos ensinados desde tenra idade que os nossos sentimentos devem ser guardados para nós mesmos. Precisamos de construir na Região. Isto não significa bazófia e exibicionismo significa ser realmente afirmativo. E não se esqueça que primeiro é preciso criar emprego para as pessoas trabalharem. E é triste ver jovens talentos e promissores a emigrar porque não existe trabalho em Portugal principalmente aqui na Região da Madeira.