António Silva Freitas Conforme é do conhecimento público existe uma Secretaria Regional que está a organizar uma ida de vários empresários à Venezuela, afim dos mesmos tentarem exportar os seus produtos para este País. Esta iniciativa mais uma vez, não tem o intuito Empresarial para a dita Secretaria, mas sim a chamada contagem de espingardas a nível de um futuro “delfim”. Porquê que não tem nada de Empresarial? Vejamos: - Será que não sabem que, em primeiro lugar, há uma dificuldade enorme nos transportes marítimos da Madeira para a Venezuela, para não falar no preço que o produto chegará ao recebedor final. - Será que não têm conhecimento que não existe dólares para pagamento de importação de produtos diversos e que os acordos conseguidos por Portugal foi na área de construção civil e com pagamentos a serem efectuados em petróleo? - Será que não conhecem nenhum emigrante que lhes alertassem para o facto de nem haver papel higiénico nos supermercados e que algumas pessoas para resolverem a situação conseguiram com muito custo arranjar rolos de papel de cozinha, cortaram em três partes afim de resolverem a situação. Só para falar neste produto elementar. - Será que esta iniciativa é só para retirar o protagonismo de uma outra que já se faz há anos e que tem sido um sucesso e atenção? Eu eu não sou nem sócio do DN nem acessor de Imprensa do Dr. Miguel Albuquerque. - Será que sabem o que é chegar ao fim do mês a contar os tostões para pagamentos de ordenados e restantes compromissos? Como sempre, o que fizeram até hoje foi estar na função pública. Como é que podem chegar à frente dum Governo, quando não têm a mais pequena noção da realidade que se vive, quer a nível empresarial quer a nível de cidadania. Infelizmente penso que o problema é este. Andamos a brincar aos “delfins” quando não se vê que isto está a custar muito caro a uma Região e que vai acabar mal.