J. Edgar Marques Da Silva Sim, são todos os que nos governam, neste pequeno país agora “ocupado e subjugado”, perante agiotas esclavagistas. Sim o ataque foi á muito planeado, a guerra declarada, e a solução final arquitetada, tal e qual holocausto financeiro: a destruição das economias europeias, a vassalagem dos países, e uma nova forma de esclavagismo, por imposição de planos de resgate e de ajustamento financeiro adequado aos invasores, os credores e os seus clubes. Mas um plano destes, precisa de colaboradores, precisa de governos despejados do sentido patriótico, falando claro de traidores, que sirvam os interesses do invasor; imagine-se no holocausto dos judeus na última II grande guerra mundial, as vitimas além de entrarem voluntariamente nos crematórios da solução final, lhes serem dado documentos onde a sua assinatura inocentava e até legitimava o abominável acto: foram milhões condenados á morte por crimes contra a humanidade. Aqui os cheiros nauseabundos, o sangue e o crime chocavam os libertadores. Mas hoje, o holocausto económico dos países sujeitos a um ataque financeiro, orquestrado, num conflito sem declaração de guerra, que sujeita e subjuga as gentes, as pessoas, a politicas impostas, que visam o lucro desmedido de credores internacionais, destruindo a democracia pela eliminação do estado social e solidário que lhe dá forma e conteúdo. A arma detonada, silenciosa, a austeridade acida e corrosiva, que de forma lenta e doentia mata pelo desemprego, pela fome, e pelo desespero, toda uma nação. Não estaremos perante crimes contra a humanidade, e perante criminosos de colarinho branco, quantos milhares de europeus, perante gente sem escrúpulos, de certeza não melhores que os tipos das SS que lideraram a solução final para os judeus na II grande guerra; a diferença é que os cheiros fétidos da operação, não pairam no ar, mas todo o processo nauseabundo associado aos comportamentos hipócritas dos que dizem nos governar, sinistros, sorrindo de forma malévola, gozam do povo que os elegeu, logo julgam-se autorizados a nos mandarem para os fornos crematórios da austeridade. E nós, todos os que se podem levantar e dar luta, nada fazemos e assistimos á hipoteca do futuro dos nossos filhos, vendidos pelos nossos como escravos, gerações de gente forçada a uma austeridade, que se não for travada e destruída, destruirá nações milenares como Portugal. Ás armas porque já basta…, mudemos tudo, viremos tudo do avesso, façamos como na Islândia, prender, acusar, julgar e condenar, porque os crimes da austeridade imposta são crimes contra a humanidade, porque atenta contra a dignidade do ser humano, promove a miséria, extermina de forma fria e calculista famílias inteiras…