Óscar Teixeira No Caniço, a cebola foi o pretexto para um choradinho por todas as maleitas que a reles oposição infligiu ao Concelho de Santa Cruz. Mas nem com a ajuda da cebola o choradinho contagiou a insensível assistência. Os aplausos começavam e acabavam no palco sem de lá terem saído. Mas, afinal, que crueldades foram impostas ou que venturas foram negadas pela oposição à virtuosa e violentada gestão PSD? Nada foi dito, mas acredito que nos próximos comícios oficiais do Presidente do GR haverá tempo para desfiar o sinistro rol. Entretanto, como vereador dessa reles oposição, sugiro alguns exemplos. Quanto às crueldades impostas, lamento o pouco resultado prático pois as gavetas são sempre um bom destino para quem tem as suas chaves e a sua gestão. Mas sem impor, foi possível pressionar, como na elaboração e acompanhamento orçamental que permitiu abrandar o galope da dívida que em 2012 foi até reduzida. No rol das venturas posso lembrar a negação da aventura do edifício partilhado na Quinta Escuna que custaria meio milhão de euros anuais com risco de outro milhão. Também confesso a negação ao mergulho nas águas da ARM. E a diferença está, e não só, no total de cada fatura (água, lixo e esgotos), com custo médio, por exemplo em Machico, superior entre 40 a 80% e com um mínimo (sem consumo) de 10,36 Euros contra 5,80 em S.Cruz.