António Sousa Tem sido com alguma admiração que tenho seguido o que mais baixo se tem dito e escrito acerca de um padre que cometeu um erro segundo foi escrito por ter tido uma relação intima com outra pessoa do mesmo sexo mas que se arrependeu e acreditou no perdão de Deus e na fé que professa. Sendo batizado mas não praticante, admiro este padre que não conheço porque teve coragem de parar com a extorsão, de falar com o seu superior e acreditar que depois de qualquer queda é possível sempre se levantar e recomeçar. Já não me lembro bem das historias da catequese em que se dizia que havia mais alegria no céu pelo um pecador que se arrependesse do que por noventa e nove justos ou então talvez seja o contrário para a o Bispo de agora. Mas o padre que pecou esqueceu-se que não seria possível tomar esta atitude porque a Igreja prefere encobrir, veja-se o caso do Bispo refugiado para Roma e que até colegas Bispos afirmaram a sua homossexualidade e continua no santuário dos santos a viver sem perseguições. Nesta terra á padres que mantem relações imorais com mulheres casadas, outros que até negaram os filhos que geraram para parecerem imaculados. Não há bispos e padres sem pecados como eu também tenho os meus e por isso é repugnante ver a propaganda e alegria das pessoas em destruir quem procurou se regenerar. O bispo não terá maior pecado por apoiar o Jornal da Madeira que já sugou ao povo que lhe está confiado mais de 50 milhões de euros. Isso é que moral? Onde estão os padres que denunciem as atrocidades que o povo sofre de um poder que tudo faz para manter só uma voz? Não será também preciso um grupo de padres que escrevam um manifesto para que nos 500 anos da Diocese o Jornal da Madeira deixe de ser a maior MANCHA da Diocese? Não haverá também um grupo de padres que procure a integração do padre Martins Júnior na Igreja madeirense? Se querem padres sem pecados então mudem as vossas regras e deixem as pessoas viverem como criaturas de Deus.