M. J. Sócia FCP Madeira Como reação à carta do Sr. Silva, escrevo estas palavras na qualidade de sócia da Casa do FCP da Madeira. Desde cedo acompanhei os jovens que tiveram a ilusão de todos agradar na "construção" de um espaço que fosse para todos os simpatizantes. A ilusão apoderou-se de mim quando me apercebi da sua ingratidão, Sr. Silva e outros tais adeptos ou simpatizantes, como refere. Como simpatizante estive presente desde o primeiro espaço, presenciei o esforço tremendo do Sr. Duarte e dos companheiros na luta para manter aquele espaço e da "expetativa" que se gerou em torno dos adeptos. Não fui frequentadora de todas as semanas, pois a minha vida não me permite, mas sabia o que se passava porque perguntei-lhes e fui esclarecida, sugeri e fui ouvida, fui respeitada e bem recebida. Onde estava o Sr. quando aquela gente lutou em tribunal pelo espaço que arduamente alguém investiu. Não sou unicamente adepta das modalidades desportivas que sei terem sido bem acompanhadas, mas sim adepta do lado social e comunitário como a campanha em prol do saudoso Norberto, das palestras do Vítor Baía sobre o abandono escolar, do Dr. Francisco Fernandes sobre o Fairplay, da sessão de autógrafos do Ruben Micael, das ações ocorridas depois do "20 de fevereiro", entre elas quando se fez a distribuição alimentar junto dos funcionários que trabalhavam no Funchal. Onde esteve o Sr. quando se solicitou sugestões quando as coisas não estavam bem? Não enxovalhe quem não merece, não seja mesquinho seja antes colaborativo, assertivo e sugestivo em prol do Clube e não de si próprio. Tem dúvidas questione as pessoas certas e, decerto terá respostas pois lembre-se que o Sr. pode não estar só, mas o Sr. Duarte também não.