'Que futuro para o desporto na Região' foi o tema do quarto debate mensal promovido pelo DIÁRIO de Notícias e TSF-Madeira no âmbito da rubrica 'Ideias Que Ficam'. Para Hélder Lopes, professor universitário, o nível de desenvolvimento do desporto regional no contexto nacional pode ser aferido pelo espírito com que os atletas hoje encaram as competições. No entanto, em tempo de “vacas magras” impõe-se investir com critério.

Responsabilidade é o que desejam dirigentes desportivos. O presidente do Madeira SAD diz que o clube encontra-se em “estado vegetativo” devido às verbas inscritas nos contratos programa que tardam em chegar.

Também Mafalda Freitas fala em dificuldades no Clube Naval do Funchal em manter atletas de topo.

Presente no debate, o director regional da Juventude e Desporto, João Santos, disse que a Região passou de um quadro orçamental expansionista para um quadro fechado. O governante admite que os valores contratualizadas não estão a ser libertados com a celeridade desejada.

Duarte Anjo da Associação de Badminton alerta para cuidados a ter na definição de linhas estratégicas. O dirigente desportivo deu um exemplo de como a ausência de atletas nas competições nacionais pode comprometer a evolução do atleta e reconhecimento da Região.