Roberto Oliveira Neste dia do trabalhador, nada melhor do que falar na lista (que saiu na semana passada no 'Wall Street Journal') das melhores 200 profissões nos Estados Unidos em 2013. Como critérios, são apresentados o salário, o ambiente de trabalho, o stresse, a empregabilidade e a exigência física. Nessa lista, encontra-se, em 1.º lugar, a profissão de Actuário (atenção jovens que querem ingressar num curso); é um técnico especializado em matemática superior que tem de interpretar estatísticas para calcular probabilidades de eventos (acidentes, mortes, indemnizações, etc.). O ordenado é à volta de 5.700 euros mensais. Nas restantes cinco primeiras profissões da lista, seguem-se engenheiro biomédico, engenheiro de software, audiologista e consultor financeiro. Há algumas curiosidades nessa lista: por exemplo, a mais bem remunerada é a profissão de médico cirurgião (está em 51.º lugar a ganhar mensalmente 19.700 euros, o que mostra que o dinheiro não é tudo) e a que se ganha menos é a de lavador de pratos (187.º lugar com uns razoáveis 1142 euros por mês). A pior profissão da lista é a de jornalista, seguido de lenhador, militar alistável, actor e trabalhador de empresa petrolífera. A propósito, qual será a profissão do Grande Líder cá do burgo? Como ele escreve para o Jornal do Monsenhor (JM), será jornalista? Uma das razões dessa profissão se encontrar em último lugar tem a ver com o stresse e com o risco de vida. É assim natural que Alberto Jardong-Il tenha uma profissão de risco pois: - é necessário manter uma barriga imponente (para conseguir empurrar os problemas para a frente); - farta-se de viajar para Bruxelas (isto de estar sempre a mudar de fato custa muito, põe gravata, tira gravata, é muito cansativo); - tem de estar constantemente a mudar de vocabulário (cães, bastardos, maçonaria, traidores, Lisboa, etc.)